quinta-feira, 14 de julho de 2011

CURSO INTENSIVO DE TEOLOGIA PÓS-MODERNA


MATÉRIAS:

RELIGIÃO
TEONTOLOGIA
TEXTOS SAGRADOS
PENSAMENTO PÓS-MODERNO
ESPIRITUALIDADE PÓS-MODERNA
HISTÓRIA DA IGREJA
TEOLOGIAS CONTEXTUAIS

MATÉRIAS EXCLUSIVAS PARA IGREJAS:

MISSÕES
PNEUMATOLOGIA

CURSO VOLTADO PARA:
-LÍDERES QUE DESEJAM RENOVAÇÃO
-PESSOAS INTERESSADAS EM RELIGIÃO E TEOLOGIA QUE NÃO NECESSARIAMENTE TENHAM LIGAÇÃO COM INSTITUIÇÕES
-ESTUDANTES E SEMINARISTAS
-PESSOAS QUE QUEREM SABER MAIS A FUNDO SOBRE O QUE MUITAS VEZES É DITO DE FORMA TÃO BANAL E SEM CONHECIMENTO.

VALORES:
PLANO GERAL R$180,00 (por pessoa)
HÁ DESCONTO NO PLANO FAMÍLIA.

PLANO PARA IGREJAS R$250,00 (por pessoa)
HÁ DESCONTO NO PLANO FAMÍLIA

DURAÇÃO:
CADA MATÉRIA É UMA OU MEIA AULA, CADA AULA CORRESPONDE A DUAS OU TRÊS HORAS DEPENDENDO DA NECESSIDADE DO CRONOGRAMA.
PODE-SE FAZER EM UMA SEMANA (TODOS OS DIAS)
FINS DE SEMANA (UM MÊS)
DOIS OU TRÊS DIAS NA SEMANA (DUAS SEMANAS)

LEVE ESTE CURSO TAMBÉM PARA SUA CIDADE, SUA IGREJA, SEU GRUPO DE REUNIÃO, DEBATES OU AMIGOS.

Cada qual no seu canto, cada canto uma dor ou Ninguém tem o que falar !


Como é bom se afundar no vazio, mas só por alguns instantes! Eu cansei das pessoas, cansei do mundo, de todo mundo, menos de você; queria que você se jogasse aqui, me beijando, como de fato fez; porque o resto ta igual, sempre igual, não pretende mutar, mudar, daqui a um ano, ou a um ano atrás estão sempre iguais, não querem crescer, aprender, morrem com o mesmo papo, o mesmo farrapo de trapo e o bafo sempre igual, por isso que eu cansei de tudo, de todos, menos de você e dos filmes antigos, os da França, até da esperança já cansei, até de tentar dormir, repetir o café, o mesmo passo de balé, o mesmo horário de almoço, só não canso do seu pescoço, que me causa alvoroço, só não me canso do seu pescoço que me causa torcicolo.

Que o medo que me causa a cópia dos nossos personagens não se torne independente daquelas mentes sem personalidade que só podem em vida nos imitar (tentar); que elas achem outro sentido para o seu “panis et circensis” , ou então outros personagens com mais emoção que os nossos simples amantes eternos felizes e simples, simplesmente nós, em nosso mundinho sem eles, sem incomodo, o incomodo só vem de fora, num semi-circulo, ângulo sem visão, sem noção que contamina a platéia que tenta ver um show secreto, pois somos tão discretos, ou não? Mas e daí, ninguém foi convidado pra nossa festa pobre feita para nos empobrecer, somente a nós; e essas copias fajutas que descansem em paz nos seus próprios sofás.

Diego Marcell 20/08/06

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Meritocracia

Passado alguns dias


Para mim o passado não existe
Se esfarela num chão liquido
Evapora no vento dos dias
Dias regeneram a célula da vida
E deixa a cicatriz da lembrança
Fragmentada em uma parede
Parede pintada em camadas
Me contando só a partir daí
O que eu quiser
Para ser e durar
Vou me manter vivo
Levando o presente para sempre
E o passado esquecer
Pro futuro não reclamar.

(Diego Marcell, sentimento próprio, dedicado ao amigo Israel, que está de volta as terras do sul, Mafra – SC 19 de abril de 06)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Ciclos


As festas contemplam o ciclo!

A um ano no Cine Luz; simbolismo efêmero no reprodutor de eternidades. Banho de decadência e glamour, amigos meus e seus agora banhando as roupas de vinho, de cerveja e gordura de frango, saciar a fome na madrugada com frango; nos moldurando de arte. Assuntos vagos dissipados na noite, imagens eternas gravadas em nossa vida.

Ficar velho, ser velho, com cabeça jovem ou jovem com ensinamentos passados de geração; nada disso notado, que nada se dissolva; é bom envelhecer, é bom viver, é bom amar, o sangue na guerra ama regando o amanhã. Se hoje aquelas pessoas de um ano atrás não estão aqui, nós também não estamos lá, tudo muda e melhora, repetir jamais, lembrar daquele momento bucólico que acabou de passar já é eternizar a alegria, é engrandecer a vida.
“e meu amigo não esquente a cabeça, que a vida não é tão difícil como parece ser...”

Se não me fragmenta a memória e com alguma ajuda, acho que é seu aniversário. Parabéns! (ao melhor guitarrista da Dogma85).

Diego Marcell 05/08/06

domingo, 10 de julho de 2011

Imaginação


A impossibilidade de tocar a sua imaginação é a pior sensação do mundo; você se sente pouco, nada, se sente inútil, fica louco, ou pelo menos tem vontade de ficar, para fugir e não precisar mais, nem querer usar sua imaginação. Pois a idéia brilhante ou não; mas de qualquer forma só é idéia se mostrada, do contrário não passa de desejo reprimido, aquilo que vai destruir, o que reprime se acaba, se dilacera, derrete como ácido o interior.

Eu pareço uma gelatina, eu pareço uma caverna, eu sou ou estou em uma, meus braços de tijolos querem destruir minha imaginação para que o resto do corpo pare de sofrer essa degradação, os nervos e as veias dilatam, os olhos e o sangue fervem, os dedos se contorcem como a boca, a língua e os próprios tijolos, ossos, destroços humanos que não servem para nada, já que seguram a imaginação nessa gaiola de pedra, já que matam essa no escuro de uma solitária, não à deixam nem pegar sol uma vez a cada sei lá que tempo.

Estou vivendo o mundo de um homem só. Cercado de cor até quando eu não sei; às vezes ele cansa e quer ser preto e branco ou comum como a tevê, mas aí ele prefere morrer pra tudo, de vez, em vez de ser programado, prefere dês-programar. O arco-íris de uma vida ainda há de aparecer. A imaginação ainda há de virar idéia.

Diego Marcell 2006

sábado, 9 de julho de 2011

Abissal


Desde a tenra infância toda forma de poder que implica naquela abside teatral infeccionada, não permitindo novos ares.

Não existe um pé de coerência e não haverá nem um andaime de caráter quanto a essa construção para que ela lhe sirva, e ou, ao próximo. Há uma anisopia secular de massas, com massas, quanto às massas; há gêneros incabíveis, há preconceitos inadmissíveis num cérebro normal, para um.

Evolução ínfima. A tecnologia é a mentira humana. É só um égotrip. É o espelho, espelho meu, existe... bláblábláblá. É o poder da criação sem motivo; é ainda a falta de explicação. O arranha-céu que sobe, é a declive moral. Cada número é uma crise existencial. A indústria fabrica amor descartável. A implosão da terra. Pólo abissal de residência, não haverá resistência. Pólo lucrativo, lucrando o que? Pólo de busca. Busca pé !? O mundo é abissal. A cratera no sol. A cratera, o câncer. A galáxia é uma marca. O mundo é abissal. O futuro está em nossas casas ( já ). E não há inicio. Só o inicio do fim, que já começou. Então só há fim. O mundo foi arrendado, e o preço que eles pagam é caro de mais, estão afundando no próprio esquema. Eles acreditaram no que não tinham. Mas ainda neste segundo, eles estão lá, acabando com tudo.

Não haverá revolução! No entanto, a evolução é abissal.

Diego Marcell 2006

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Teólogo: um ser quase impossível


por Leonardo Boff

Muitos estranham o fato de que, sendo teólogo e filósofo de formação, me meta em assuntos, alheios a estas disciplinas como a ecologia, a política, o aquecimento global e outros.

Eu sempre respondo: faço, sim, teologia pura, mas me ocupo também de outros temas exatamente porque sou teólogo. A tarefa do teólogo, já ensinava o maior deles, Tomás de Aquino, na primeira questão da Suma Teológica é: estudar Deus e sua revelação e, em seguida, todas as demais coisas “à luz de Deus”(sub ratione Dei), pois Ele é o princípio e o fim de tudo.

Portanto, cabe à teologia ocupar-se também de outras coisas que não Deus, desde que se faça “à luz de Deus”. Falar de Deus e ainda das coisas é uma tarefa quase irrealizável. A primeira: como falar de Deus se Ele não cabe em nenhum dicionário? A segunda, como refletir sobre todas as demais coisas, se os saberes sobre elas são tantos que ninguém individualmente pode dominá-los? Logicamente, não se trata de falar de economia com um economista ou de política como um político. Mas falar de tais matérias na perspectiva de Deus, o que pressupõe conhecer previamente estas realidades de forma critica e não ingênua, respeitando sua autonomia e acolhendo seus resultados mais seguros. Somente depois deste árduo labor, pode o teólogo se perguntar como elas ficam quando confrontadas com Deus? Como se encaixam numa visão mais transcendente da vida e da história?

Fazer teologia não é uma tarefa como qualquer outra como ver um filme ou ir ao teatro. É coisa seríssima pois se trabalha com a categoria”Deus” que não é um objeto tangível como todos os demais. Por isso, é destituída de qualquer sentido, a busca da partícula “Deus” nos confins da matéria e no interior do “Campo Higgs”. Isso suporia que Deus seria parte do mundo. Desse Deus eu sou ateu. Ele seria um pedaço do mundo e não Deus. Faço minhas as palavras de um sutil teólogo franciscano, Duns Scotus (+1308) que escreveu:”Se Deus existe como as coisas existem, então Deus não existe”. Quer dizer, Deus não é da ordem das coisas que podem ser encontradas e descritas. É a Precondição e o Suporte para que estas coisas existam. Sem Ele as coisas teriam ficado no nada ou voltariam ao nada. Esta é a natureza de Deus: não ser coisa mas a Origem das coisas.

Aplico a Deus como Origem aquilo que os orientais aplicam à força que permite pensar:”a força pela qual o pensamento pensa, não pode ser pensada”. A Origem das coisas não pode ser coisa.

Como se depreende, é muito complicado fazer teologia. Henri Lacordaire (+1861), o grande orador francês, disse com razão:”O doutor católico é um homem quase impossível: pois tem de conhecer todo o depósito da fé e os atos do Papado e ainda o que São Paulo chama de os ‘elementos do mundo’, isto é tudo e tudo”. Lembremos o que asseverou René Descartes (+1650) no Discurso do Método, base do saber moderno:” se eu quisesse fazer teologia, era preciso ser mais que um homem”. E Erasmo de Roterdam (+1536), o grande sábio dos tempos da Reforma, observava:”existe algo de sobrehumano na profissão do teólogo”. Não nos admira que Martin Heidegger tenha dito que uma filosofia que não se confrontou com as questões da teologia, não chegou plenamente ainda a si mesma. Refiro isso não como automagnificacão da teologia mas como confissão de que sua tarefa é quase impraticável, coisa que sinto dia a dia.

Logicamente, há uma teologia que não merece este nome porque é preguiçosa e renuncia a pensar Deus. Apenas pensa o que os outros pensaram ou o que o que disseram os Papas.

Meu sentimento do mundo me diz que hoje a teologia enquanto teologia tem que proclamar aos gritos: temos que preservar a natureza e harmonizarmo-nos com o universo, porque eles são o grande livro que Deus nos entregou. Lá se encontra o que Ele nos quer dizer. Porque desaprendemos a ler este livro, nos deu outro, as Escrituras, cristãs e de outros povos, para que reaprendêssemos a ler o livro da natureza. Hoje ela está sendo devastada. E com isso destruímos nosso acesso à revelação de Deus. Temos pois que falar da natureza e do mundo à luz de Deus e da razão. Sem a natureza e o mundo preservados, os livros sagrados perderiam seu significado que é reensinarmos a ler a natureza e o mundo. O discurso teológico tem, pois, o seu lugar junto com os demais discursos.

Leonardo e Clodovis Boff escreveram Como fazer teologia da libertação Vozes 2010.

FONTE LEONARDO BOFF

Catarse


Às vezes a oração, o dialogo com alguém especial e alguns momentos da vida são uma catarse para nos colocar em ordem, ou nos tirar a ordem, nos por do avesso; como uma dor na alma, como sonhos mortos e desejos reprimidos, fugir é tentar se libertar das vozes da razão que lhe cutucam deixando o corpo pintado de hematomas.

Como Deus resolve direcionar suas causas não nos compete saber, mas escolhemos a direção que nos faz menos racionais para termos desculpas para dar quando nos afogam em latões de água.

A vida social parece não querer ambigüidades e só percebemos quando queremos ser o hibrido numa situação onde tudo é definido com exatidão. Exatidão que sufoca o poeta que se vê entrelaçado de sentimentos e tem que calar porque seus hematomas doem.

Sem fôlego para correr e sem adrenalina para nos alimentar, assim morremos do mesmo jeito que tentaram matar Deus. Porém, não somos tão fortes como o antigo alvo da sociedade, se Deus se reinventa, deve Ele nos ressuscitar após cada tijolo arremessado nas mulheres do oriente médio, Ele deve nos sustentar após cada seca e fome dos meninos da África, Ele deve nos levar num plano perfeito, numa hora marcada pelos relógios da natureza e nos fazer colher sonhos de um jardim tão ameaçado e desmatado que é este que aí está. Lá compreenderemos será, algum dia, a reinterpretar o que nos deram?

Diego Marcell 07-07-2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Para Alex viajão


O dinheiro alonga o mundo,
Com sua desenvoltura pessimista;
Encurta os oceanos
Com rios e contas no banco.
Se o Havaí é ali
O Haiti e o escambal...
A Espanha fica a um palmo
Do morro Almodóvar do Vidigal.
A nado se move um bocado,
A salto se dorme uns dias,
A capital se diz "oi" e "tchau"
Na mesma freqüência.
A Espanha é ali,
Mas o ano passa nessa virulência,
Deixando ainda mais necessário
Não ter distância!

Nessa era globalizada, o mundo é um lugar só!

Diego Marcell 10-2006

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O porta jóias, O porta malas, O...


Eu guardo entre mãos, calor de noites explícitas, razões de histórias epífitas, agora sem o menor valor. Guardo jóias enferrujadas, ensino de escola, beijos sem gosto, brincadeiras sem alma que pintam o chão de cores tristes, mas que por algum motivo guardo sem intenção. Também guardo o inolvidável que ainda não entendo, talvez por isso haja a necessidade dessa histoplasia fictícia ainda, ou não; para ser real, ou não.

Eu guardo laços, eu desato.

Eu guardo novidades antigas, eu levo o futuro.

Quero saber me perder.

Já nas minhas perdas, foram boas, mas será que hoje elas me serviram? Será que a de hoje não me servirá amanhã? Será que dúvidas são respostas?

Será que eu guardo o que eu guardo no que eu guardo na hora de guardar o lixo, o trapo, as coroas, os países, os cenários?

No meu personagem o que importa é calar, então estou fugindo dele para escrever; não quero nunca esquecer de voltar, não quero nunca me esquecer lá também. Ou talvez sim.

Diego Marcell 20/10/06

terça-feira, 5 de julho de 2011

Sobre: Eu.


Uma criança pra guerra não sei se seria minhoca pro tubarão, Jonas pra baleia, se sairia bem, ou não? Talvez eu ainda seja muito branco prá'quilo, talvez meus olhos sejam muito verdes prá'quela paisagem cinza, talvez meus cabelos sejam muito macios prá'quele gás carbônico, talvez meu sotaque seja muito sulista prá'quela importação nordestina. Não é me redimir com palavras, pra uma estrada triste e sem horizontes, que antes haviam, tudo parecia infinito, hoje tudo parece apenas um cenário que acaba ali, depois daquele arbusto.

Não é pensar de mais, é apenas pensar melhor, é apenas pensar; é apenas assumir meu novo país, meu novo gosto Havaí, deixe Recife, deixe a Amazônia para os índios, deixe o Pantanal pra Juma, deixe a Argentina, deixe Cuba, deixe Nova York, deixe Portugal e a África pros conservadores, agora me deixe aqui em Santa Catarina graça Curitiba, Rio de Janeiro de criança, me deixe escolher o presidente do Fluminense, me deixe escolher o elenco, me deixe o cinema vir até todos, me deixe sambar quieto no show de rock, me deixe amar, pois o amor é a corda que move o brinquedo, me deixe ter amigas, me deixe criticar, me deixe casar, me deixe mudar, pois aprendi novas coisas, me deixe crer em Jesus Cristo pra me salvar na minha eterna alegria, me deixe ser Diego Marcell sem mérito nem demérito, só me deixe.

Diego Marcell em 2007, em meio a escolhas.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Algo em comum


Há uma ponte aérea que não sabemos onde dá. Insônia, pensamento, pesadelo, emprego, desemprego, insônia, inquietação; nós que somos obcecados pelo incrível sensor individual da própria usina, criação intensa, recursos zero.

Há uma ponte aérea que não sabemos aonde dá. Talvez caia sem lugar, ou talvez seja o nosso lugar, onde já deveríamos ter chego a muito tempo, ou talvez seja cedo ainda, nunca sabemos; o tempo é certo, irregular, mas certo talvez, talvez não.

Há um satélite nos ligando, nos desligando, nos lembrando, nos perdendo nesse imenso deserto psicodélico. Nesse imenso mar político de nossas almas. Dessa eterna insônia cheia de descargas elétricas; cheia de tudo, quando queremos nada; cheia de estações, quando só queremos uma cama; cheia de pesadelos, quando só queremos um sonho bobo; cheia de sonhos loucos, quando só queremos um pesadelo bobo.

Diego Marcell 28/10/06

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A ilha


O mundo das dúvidas é o mais divertido; a complexidade do mistério me faz viajar, quanto mais se descobre, quanto mais se aprende, mais desconhecimento se obtém; é a infinidade que faz sonhar, como é bom saber que nada sei; se outros sabem menos, infelizmente eles sabem tudo (infelizmente principalmente pra eles, senhores e escravos de si).
Entrar sem compromisso nesse universo, é adquirir bagagem para ir mais longe (peso para afundar). Não me interesso nem um pouco pela objetividade, nem pelos intelectuais da objetividade (mesmo que muitas das vezes eles se achem os da subjetividade, idiotas da tal). O silencio tem as melhores respostas para nossa inquieta audição e o tempo é o melhor ponto para nossa vista sem direção!

Tire o foco do seu umbigo e se perca no horizonte turvo e cheio de miragens, só assim se achará em estradas estranhas que levam àquela estrela; e ali será só o começo dessa vida de descobertas.

Pôr isso me perco em certas breguices. Pequenos lugares podem ser labirintos maravilhosos, é só exercitar sua mente.

Diego Marcell 2006 (isso foi antes de ler Sócrates, Kant e Heidegger)

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