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terça-feira, 26 de abril de 2011

TIM – crimes sem fronteiras


Em toda minha vida de telefonia móvel perdi a conta de quanto fui roubado pela TIM.

As que mais me marcaram: 1° foi quando eles me deram uma promoção que se eu colocasse uma quantia tal de crédito eles me dariam certa quantia de mensagens, promessa não cumprida e sem solução, já que tenho mais o que fazer da vida que ficar me dedicando a correr de um lado para o outro como um idiota que é o que nos faz a indústria e o governo, todos eles ladrões da sociedade.

Agora, a mais recente: o crédito que eu coloco tem que ser consumido no tempo determinado por eles, do contrario são tirados de mim, apesar de eu ter pagado, os créditos me são tomados sem nenhum aviso = ROUBO!

Alguém mais se sente roubado? Manifeste-se.

quarta-feira, 2 de março de 2011

NOVO HINO


(Recebi esta versão do hino nacional da Michelle por email, e o acho conveniente, mais a cara do país)


Só ouviram em Brasília as frases tácitas

De um povo conformado irretumbante,

E o sol da impunidade, em solos lúbrigos,

Brilhou no céu da Pátria estagnante

Se o penhor da desigualdade

Consentimos assistir com ócio forte,

Em teu seio, a impunidade,

Desafia o nosso peito à própria sorte!







Ó Pátria desamada,

Idiotizada,

Salve! Salve!

Brasil, um pesadelo intenso, um raio vívido

De desamor e de desesperança à terra desce,

Se em teu formoso céu risonho e límpido,

A impunidade no Congresso resplandece.

Berrante é a nossa impotência,

De inércia forte, pávido colosso,

E o teu futuro espelha só pobreza

Terra manipulada,

Entre outras mil

És tu, Brasil.

Ó Pátria roubada!

Dos corruptos deste solo és mãe gentil,

Pátria desamada,

Brasil!

Dormindo eternamente de modo esplêndido

Ao som da mídia paga por um véu profundo,

Ofuscas, ó Brasil, florão da América,

Observado ao sol de todo Mundo!

Nesta terra tanta intriga

Teus risonhos, lindos campos têm poucos donos,

"Nossos governantes têm mais vida"

"Nossa vida", no teu seio, "mais credores"

Ó Pátria desamada,

Idiotizada,

Salve! Salve!

Brasil, da impunidade seja símbolo

As falcatruas que comete o teu senado,

E diga o corporativismo desta trama

- Paz no futuro sem mandatos cassados.

E, se erguem da injustiça a clava forte,

Verás que os filhos teus fogem da luta

E temem quem os rouba até a morte,

Terra idiotizada

Entre outras mil,

És tu Brasil,

Pátria manipulada!

Dos corruptos deste solo és mãe gentil,

Pátria desamada,

Brasil!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O país do swing e do sangue


Uma mente vazia
Que vê o tempo passar
Por baixo do viaduto das idéias
De onde buzinam e jogam papeis de bala
Para você lamber.
Presidentes que convencem que não mentem
Presidem você.
Fazem da tua pátria uma bandeira costurada de símbolos ocultos.
Fazem da tua pátria algumas arvores, uns bichos e alguma terra.
Fazem da tua dignidade uma moeda de troco.
Fazem da sua língua uma maquina de controle para dominar analfabetos culturais.
Em tempos assim que percebemos que a única coisa que sobrou de seguro é o sexo.
Que se pode confiar na família até ela te soltar pela janela do prédio.
Que na alma do país, você pode marcar o seu gol,
Até o goleiro resolver lançar seus membros esquartejados aos cães.
Que pode se confessar com o padre que come seu filho toda semana.
Que você pode dar seu dízimo ao tráfico de armas.
Que você pode fazer o que quiser, mas na imprensa você só aparece no carnaval, desfilando com um lindo fio dental.
Este é o país que brilha a estrela que se aposentou entre o vermelho sangue que jorra pela história e por um dedo mínimo.

Diego Marcell
24/07/10

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