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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Só mais um pedido


Porque não posso ver a sede das repetições caio na geladeira do relógio, te magôo sem perceber, magoa sonolenta que apavora uma semana, um dia, um minuto, o tempo imperceptível.
O breu e o pó da tristeza pincelados em doenças, nossas paredes não são assim, obsessão, sonda particular, depressões da história, dos livros de história e não da nossa história. Vamos escrever à nossa maneira! Afinal, somos artistas ou não?
A cultura pós-moderna do modelo de convívio já está fora de moda. E lembre que não fazemos parte deste mundo.
Às vezes eu te falo para mim e será meu único pedido desta vez. Que eu gostaria que percebesse. Se ainda for complexo demais ou banal demais; mas hoje nada mais é banal. Ou nunca foi? Ou sempre foi? Ou não é o tempo, se os valores estão na pessoa o que é importante? Não ver o mal é a sua poluição, talvez seja isso importante ou não, mas talvez toda negação seja uma explosão interna, por isso eu só queria pedir desculpas (apesar de ser outro pedido), retiro se preferir, só farei afirmações!
Vamos viver o nós, mesmo que o leque abrace novos horizontes, vamos casar, ter filhos, vamos contemplar as belezas da criação espalhadas por aí, vamos nos dedicar ao nosso Pai até que Ele nos queira ao Seu lado.
As datas irão passar, então importa?
O ser “nós” é para todos os dias.
Te amo pedaço de mim.

Diego Marcell 14-02-2008

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Cada qual no seu canto, cada canto uma dor ou Ninguém tem o que falar !


Como é bom se afundar no vazio, mas só por alguns instantes! Eu cansei das pessoas, cansei do mundo, de todo mundo, menos de você; queria que você se jogasse aqui, me beijando, como de fato fez; porque o resto ta igual, sempre igual, não pretende mutar, mudar, daqui a um ano, ou a um ano atrás estão sempre iguais, não querem crescer, aprender, morrem com o mesmo papo, o mesmo farrapo de trapo e o bafo sempre igual, por isso que eu cansei de tudo, de todos, menos de você e dos filmes antigos, os da França, até da esperança já cansei, até de tentar dormir, repetir o café, o mesmo passo de balé, o mesmo horário de almoço, só não canso do seu pescoço, que me causa alvoroço, só não me canso do seu pescoço que me causa torcicolo.

Que o medo que me causa a cópia dos nossos personagens não se torne independente daquelas mentes sem personalidade que só podem em vida nos imitar (tentar); que elas achem outro sentido para o seu “panis et circensis” , ou então outros personagens com mais emoção que os nossos simples amantes eternos felizes e simples, simplesmente nós, em nosso mundinho sem eles, sem incomodo, o incomodo só vem de fora, num semi-circulo, ângulo sem visão, sem noção que contamina a platéia que tenta ver um show secreto, pois somos tão discretos, ou não? Mas e daí, ninguém foi convidado pra nossa festa pobre feita para nos empobrecer, somente a nós; e essas copias fajutas que descansem em paz nos seus próprios sofás.

Diego Marcell 20/08/06

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A meus avós



As pessoas não aprenderam a amar como eu aprendi, religiosamente ou intelectualmente. Orgulho-me do que meus antepassados me deixaram. A nobre sobriedade da ética e a ironia. O respeito de um seminarista e a objetividade de um protestante.

Amar com poemas e com respeito. Amar com companheirismo e com liberdade.

Eros, o amor dos homens, o amor da carne, o amor que “ufana-me”.

Aprendi também amar pelo espírito, o amor de Deus, o sentir do mais profundo uma dor incoerente, o que não me ufana, o que não me dá méritos, o que não me pertence.

Deus abençoe meus pais.

Diego Marcell 21-03-10

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O Mistério como probabilidade social


Todo Universal parte do individuo, o grande mistério habita no porquê de que a massa é manobrável. Os blocos institucionais são grandes culpados, mas será que são a culpa essencial? O ceticismo da própria situação social e o direcionamento do início da formação familiar e/ou escolar são outros. Mas será que são os grandes motivos?

O trabalho na nova formação escolar que atue de forma concreta nesta formação de seres pensantes através da filosofia e o trabalho da própria filosofia são apenas instrumentos que irão auxiliar a humanidade no convívio aceitável, lhe mantendo longe da barbárie, porém há o mistério que habita na alma de cada individuo que é a potência que o faz optar pelo que ser durante a vida. Apesar de a sociedade se apresentar acorrentada por opção na correnteza dos fatos, este ato de submissão também faz parte do mistério, que escolhe alguns para estarem ali por volitude espiritual ou sobrecarregada de fatores cognoscíveis.

O indivíduo deve se descobrir dentro da sociedade que é a grande eclosão para o utópico andamento do Todo Social e a saída dos conceitos prisionais da indústria cultural.

A escola deve como método promover a abertura dos conceitos, já que não basta conhecer os objetos culturais que se tornam superficiais na sociedade fast-food; a entrega dos conceitos também não é para gerar a necessidade do consumo destes, mas a profundidade em termos plausíveis para aceitá-lo ou não de acordo com o seu individuo. Neste processo de opções reais que o indivíduo vai ao seu próprio encontro e ali nasce o respeito e a crítica, devido o conhecimento tanto dos objetos quanto das inúmeras formas de pensar; a reflexão e o auto-entendimento o levam a opção por objetos verdadeiramente relevantes para si. Isto seria visível no nivelamento numérico das visualizações de vídeos no Youtube ou no acesso e pesquisas no Google, por exemplo, e seria um tanto evidente a negação por (vou chamar de) “fã clubes”, estaria então exposta a degustação livre por aquilo que o indivíduo opta, sendo a verdadeira democracia exercida na alma de cada ser, e a influência tomaria um sentido mais puro ou deixaria de existir para a autonomia das individualidades encontrarem verdadeira cumplicidade no todo cultural. Grupos que não negando o que se assimila, mas valorizando a diversidade para o complemento de sistemas que agiriam com honesta e libertária conexão para o funcionamento mais preciso em todos os campos da sociedade.

Porém se isto não acontece, ou por culpa do Éden ou por aquilo que Nietzsche declara que aconteça por um trauma que leva ao espírito livre quando a angústia começa a se apossar em algum momento daquele que o possui. No lapso primordial de determinação dos escolhidos ainda permanece o mistério, que tanto em Nietzsche, quanto no Éden podem ser a mesma, ou que Nietzsche nem tenha se referido a estes como escolhidos, mesmo que evidentemente se tornem se aqui colocarmos o Destino não como pré-determinação, mas como o “impossível de conceituar”, tendo passado no mínimo três mil anos de pensamento filosófico e a impossibilidade de alcançar certas questões transcendentais, talvez busquemos nesta (mesmo que mistério) ou em outras possíveis questões existentes ou que possam surgir, o mais aceitável para a vida humana social.

Se a causa inicial for um conflito causado por combinações naturais e matemáticas segundo o aglomerado partindo da hereditariedade até situações de tempo e espaço, e a deficiência, como coloca Nietzsche, em algum setor destes seres os façam enxergar por outra ótica ou formular lapsos brilhantes em decorrência disto, também seria mistério, mas menos por influência de um Destino Metafísico, o que talvez anulasse o Éden e faria sentido o que alguns pensam desta insistência para a geração de traumas como saída social, apesar de ainda se verem poucos resultados históricos.

Apesar de eu crer num paradoxo, onde se faça 50% de cada teoria e, além disso, pela experiência do mundo que nunca deu melhoras muito superiores a certa média, o que me faz pensar no ser humano com estas influências divididas, mas também que este Destino o coloca, o pré-escreve neste contexto futuro, hereditário, espacial e temporal para se cumprir a Vontade Absoluta, que não age como objeto de desejo que tem sua satisfação no mundo, mas para fins que desconheço, Mistério.

Também se pode avaliar pelo olhar existencialista de Heidegger, que os escolhidos passaram da existência banal para a existência autêntica, através do ato metafísico que o faz diferente da massa, o reconhecimento de si no mundo é manifestação da graça de Deus e também o que gera libertação, o liberto enfim vai de encontro com a graça de Deus.

Diego Marcell 12-04-11

quinta-feira, 10 de março de 2011

A definição do processo indefinido


Tudo que faço, o que busco, é o que aprendi, o que ouvi, e vi, o que não é convencional, o que é distante; em mim há mistura, nem tudo que faço sei por absoluto, mas é o que busco. Romper barreiras humanas, o que foi imposto, isso eu desmistifico.

Em todos os lugares, por todos os lados, alguém pode não entender, mas nada é injustificado, nada é banal e por isso tem pouca chance de ser normal.

Pode ser subjetivo, mas eu vivo isso.

Sempre busquei o que era mistério, para mim.

A incompreensão foi bagagem para gerar questões, que as vezes dão respostas, mas quase sempre elas são respostas que não findam o assunto, pelo contrário, sempre gerarão mais perguntas, a cada resposta surge um campo a mais a seguir; e nestes campos, conteúdos a escolher, pelo simples fato deles estarem lá, você pode fingir-se de cego e passar intacto às sensações, ou pode querer mexer em algo estranho e conhecer o que é inédito a você.

Isso é resposta ao inicio, mas só entende quem decide entrar nesse campo que leva a uma floresta, as primeiras respostas são relativamente fáceis, são rasas, mas no meio da infinidade de variação de espécies de fatos e teorias, verdades e experiências, as respostas e sensações são muito próximas e pouco distinguíveis do que você realmente está vivendo, do que você realmente está conhecendo, isso torna explicações muito simplórias para o que realmente está acontecendo.

Diego Marcell 02-09-09

sábado, 3 de julho de 2010

PREFÁCIO - para a Nova Reforma



Para falar o que tem que ser dito como base para conversão ou novos convertidos existem muitos capacitados. Todos já falaram, falam e terá cada vez mais quem fale. Eu quero ir onde nunca vi ninguém, apesar de saber que deve haver alguns, tão solitários que nem chegaram até meu conhecimento.
Esta carta foi escrita primordialmente para ser entregue a um grupo de louvor especifico.
Deus nos criou com individualidades, e isto é especial para Ele. Cada um de nós possui uma maneira ímpar de adorá-Lo, como Ele nos deu gostos particulares, porém neste imenso planeta haverá milhares de pessoas com gostos parecidos com os nossos e isso não é por acaso. É nessa concordância que o Pai nos usará para buscar as outras almas que ainda não O conhecem.
Deve ter algum motivo dEle ter me colocado onde estou hoje. Mas também há uma razão para cada história que foi feita. Há uma razão dEle ter me colocado filho dos meus pais, naquele bairro, ter estudado naquela escola, ter vivido e presenciado aquelas coisas; isso formou em mim um conceito, que não é mais certo ou mais errado que o teu, ou de outra pessoa, apenas diferente, e essa minha diferença para muitos, alcançará compatibilidade em muitos outros.
Então o que eu quero dizer é que o que faz com que nosso coração se alegre em nossa forma de adoração, também é aquilo que um dia aprendemos e se fez agradável a nós, sendo assim, não por acaso, Deus se alegra e recebe nossa adoração, porque ela saiu do nosso coração com verdade de sentimento, nossa forma que até parecerá com a de alguém adorar, mas sempre será única, como Deus nos criou, únicos.
Por isso venho pedir, na mais humilde opinião: vamos nos respeitar, vamos dialogar para buscar a compatibilidade em nós, vamos evitar falar dos outros por mais graves que sejam os erros que nós achamos que sejam cometidos, pois nós sabemos que cada um colhe o que planta, não precisamos acusar ninguém; vamos unificar nosso louvor para ser um só coração, um só coro; agora é a hora de juntar as individualidades e ver o que encaixa na proposta e juntar forças; juntar vozes em oração; mas não adianta o espírito se conhecer e as pessoas serem estranhas umas das outras, deve haver compatibilidade aí também, intimidade da igreja também com a igreja.
Deus me deu uma cabeça que pensa grande, projetos gigantescos, que ainda precisam de preparação, mas Ele me deu coragem para arriscar, Ele me designou uma obra não para a igreja, mas para o mundo, eu vejo um numero enorme da classe média baixa se convertendo, mas vejo os intelectuais morrendo na sua ignorância, e será que suas almas frias e arrogantes não têm valor? Eu quero falar a língua do jovem, do gay, do estudado e quero que Deus me capacite para isso. Surpreender aquele que sempre ignorou as coisas de Deus, mas quando acontecer na sua frente, não terá como fugir. Chega de se preocupar com o umbigo, com o que é bonito, não adianta encher-se de poder e não sair à rua. Se não amarmos a todos como Deus nos amou, nada funciona. Nós devemos estar no mundo, não como algo de lá e diferente, e sim como algo de fora que veio para ser a luz, porque o que seria deles e até de nós mesmos a um tempo atrás se Deus não usasse os seus homens aqui na terra como instrumento do Espírito? Vou me fazer de tolo, com os tolos; vou falar como o sábio, com os “sábios”; vou respeitar os velhos, para eles me ouvirem; vou entender os homossexuais, para eles me aceitarem; vou ter que conhecer de tudo para não perder oportunidades; vou ter que ser bem mais cara de pau, mas eu chegarei lá. Espero que vocês entendam e aceitem a mensagem, respeitem os diferentes universos de cada um, se perguntem mais e dêem menos opiniões e assim chegaremos mais perto de ser um corpo. Deus os abençoe.

diego marcell

terça-feira, 1 de junho de 2010

O homem capacitado a filosofar



Domingos Oliveira sempre diz que todo ser humano deve ser artista, eu reafirmo e continuo: todo ser humano deve ser artista com capacidade de filosofar.
Neste meandro que determina a vida, porque não aformoseá-la vivendo-a intensamente, transpirando-a para fazer sentido, já que esta é a única vida para obter-se a eterna. Mas só o artista pode ver a Deus, pois Deus é Artista. Só escreve coisas do espírito quem é poeta. Só conta parábolas quem é artista plástico que tem signos em seus olhos.
A arte está além do que se vê, é o que se toca com a alma, é um tablado onde você pode viver como poket life por algum motivo iluminado em alguém. É um conjunto de divagações e mistérios que geram no intimo um desconforto agradável ou não, de não estar mais no mesmo lugar, mesmo que não seja corporal, tudo é sentimento; traduzindo para a linguagem dos computadores, tudo é fundamento. Fundamento de Rocha.
Divaga a noite escura de um povo antigo em busca de um porque para o depois, eles estão guardados no futuro e nós no passado, então basta-nos a alegria do Espírito para criarmos uma grande obra de lagrimas produzidas no ateliê das entranhas e explodir em cores primarias um arco-íris pós-diluviano para apenas viver, batizados, sem religião, pois a graça é fundamento de quem sabe viver. A vida sendo importante demais para a levarmos a sério, rápida demais para desperdiçá-la sem com o pensamento também viver bem. Então proponho sempre este adágio quase desconexo da minha real intenção literária, para explorar as origens do homem que é a maior obra de arte. De barro, mesmo assim valorizado, recebeu a capacidade de gustativa do pensar, para comunicar-se com o impossível, pois para lá não existe impossível, e com o infinito que foi criado, e com o Invisível que existe apesar de ainda estarmos vivendo para depois viver a vida que ganhamos.
Senso estético é essência de Deus, feliz o homem que aprende esta parábola.

Diego Marcell

publicado originalmente no blog
http://geracaorenovada.blog.br/o-homem-capacitado-a-filosofar/
meu agradecimento especial ao Kennedy Lucas

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Somente Cristo



Somente Cristo é a nova base da igreja (é o que deveria ser sempre). Proponho um exemplo doutrinário que se baseia na não conformidade do mundo e na diversidade. Se hoje as mulheres homossexuais não usam jóias, mulheres que gostam de parecer belas e buscam uma auto-estima que a faz feliz, encham-se dos mais brilhantes acessórios. É claro que não quero radicalizar a igreja como muitos fizeram, nem desejo que este tipo de coisa seja seguido, mas continuo defendendo o estilo individual de cada um.
Deus nunca anulou culturas para estabelecer seu reino na terra. Cultura extra-religiosa ou redefinida em seus significados (principalmente na Era avançada que vivemos) não interferem em nosso culto a Deus, inclusive tornam mais verdadeiro pelo sentimento impresso através do adorador.
Proponho a Bíblia do século XXI, escrita por Cristo em nossos corações, ou melhor, nem sou eu que proponho, ela sempre existiu em todos que foram simples e dedicados a ouvir a voz do Criador.
Deus se revela na diferença, e aqueles que assumem acima de tudo em suas vidas Jesus Cristo como Senhor e Salvador expressam na atitude social a presença do Espírito Santo em seu meio, em seu estilo de vida.
Muitos homens de Deus que marcaram época não escaparam da sua falha humana em interpretações das escrituras. Alguns vivem bem com as limitações que eles mesmos ou outros impõem, mas porque não viver a verdade completa? Isso é limitar Deus, ou generalizar uma vontade em decorrência de sua fraqueza em algum ponto. Esses resquícios humanos de pequenas normas vão acumulando e inevitavelmente impedirá alguém de se chegar a Deus, não podemos nos dar ao luxo de sermos displicentes com a sua obra, devemos cortar as arestas que não pertencem à vontade de Jesus para sua igreja. No reino de Deus não existe porcentagem já que cada alma é de valor incalculável.
Proponho um estudo tricotômico em relação a Jesus e seu evangelho. Sendo que ninguém duvida da autoridade bíblica, mas diferem nas interpretações. 1º passo sem dúvida é o espiritual, se você está embarcando nesta, deduzo que o lado espiritual seja a primeira evidencia disso. 2º filosófico, se não obter este é impossível sair do primeiro, já que a tua capacidade de filosofar é que te dará liberdade para buscar a verdade por mais profunda que ela seja, mas o que vai garantir o sucesso do segundo passo é a firmeza do lado espiritual, que te permitirá desconstruir os mitos e ainda sim chegar mais perto de Deus. 3º é o racional, o sucesso do segundo passo fará o teu racional compreender a essência de Deus e isso será o complemento para o 1º passo, já que abrirá possibilidades espirituais para sua vida.
Mas tudo isso só funciona com a disponibilidade total para o novo. Isso aqui não é uma formula mágica, isso é um passo natural executado sem saber desta teorizada, e realizado por grandes homens de Deus que foram instrumentos de verdadeiros avivamentos, que só acontece quando a mudança começa dentro do homem.
Assim como as escrituras, você não precisa saber disso racionalmente, na prateleira de livros ou na ponta da língua; você precisa ter isso no teu Ser, de forma inexplicável, porém prática para a vida, que você não pensa ao fazer, mas faz parte dos teus princípios mais acusadores da alma.
Em ti tudo deve ser para a glória de Deus.


Diego Marcell 23/03/10

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