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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

UMA GERAÇÃO REFORMADA




Segundo seu “mestre” terreno que julga saber o tempo de Deus para o “discípulo”, baseado em suas experiências, você ainda tem muito o que esperar.
Geração como esta jamais houve; na passada, restaurado foi o dom (os dons do Espirito), mas na atual, liberdade, pureza, desprendimento e um extra, velocidade, que são as marcas da “turma” que prepara o terreno para a volta de Cristo.
A volta dos pais para os filhos, já que Deus escolheu a juventude cibernética para pregar o evangelho com sabedoria e intrepidez.
O orgulho dos pais é uma pedra de tropeço, mas o poder do Espirito que age nos filhos pela sua pureza é poderoso para varrer tudo que for contra Sua vontade.
Uma nova reforma, a volta do amor, a volta ao puro evangelho e ensino de Jesus Cristo homem.
Um novo João Batista, um novo Lutero.
A unção se propaga na rede.
A presença rompe os limites naturais.
Deus não fala por um, Deus fala por uma nação santa.
Em uníssono.
O Senhor deu uma ordem, ele tem como mensageiro um exercito numeroso. (Salmo 68:11)

diego marcell - razões para a nova reforma

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

FARISEUS DO SÉCULO XXI




Qual lado eu olhe, vejo a falta do pensamento e da mensagem de Jesus. Numas igrejas tradicionais que se fecharam na “sua verdade”. Numas igrejas pentecostais que se fecharam na sua “perfeição”. Numas igrejas movidas a dinheiro que se fecharam no seu “poder”. Tudo isso me leva a crer que Deus não está nas igrejas, nem há tantos povos de Deus como o IBGE registra, já que o Espírito de Deus habita em corações sinceros e sem preconceito, já que Ele reflete amor e não julgamento, liberdade e não cadeias, sabedoria ao invés de tanta ignorância.
Convivendo com tantos “crentes”, começo a dar razão a aqueles que não suportam um. Pois com tanta loucura pregada por esse povo que não reflete em nada o Deus de Amor, nem o Jesus dos evangelhos; de que maneira esses evangélicos vão atrair pessoas a Jesus, mostrar a salvação, se sua religião é hipócrita o suficiente para afastar aquele que não conhece?
Estão presos, cegos em um mundo inventado por “grandes” nomes da religião evangélica. Quantos paralíticos andaram através da oração de um Davi Miranda, para agora aprisionar o coração e a mente numa paralisia causada por uma doutrina radical que transforma pessoas menos capazes de digerir informações em extremistas religiosos, quase muçulmanos “gospel” (o que já não é tão paradoxal assim).
Eu choro por esse povo, porque seus corações podem estar mais podres que o de qualquer outro que nunca ouviu falar do Salvador. Por estarem arraigados nesta loucura. Pode até ser que toda essa minha expressão literária não surta efeito, mas se querem permanecer cobertos por este véu, que fiquem; mas não perturbem os filhos de Deus que são livres, com um satânico julgamento com palavras inflamadas de veneno. Pois reino dividido não subsiste.
Nestes momentos eu percebo um pouco do que era para Jesus aquelas atitudes e palavras dos fariseus de seu tempo. É a “Deus é amor” e a Adventista do sétimo dia (entre outras) dos dias de hoje.

diego marcell - razões para a nova reforma

quarta-feira, 28 de julho de 2010

DAS OPINIÕES




Fui confrontado por um pastor com 30 anos de ministério, por argumentar o fato de não ter interesse em me tornar pastor da sua igreja; observei claramente que ele não receptou o que realmente eu queria dizer, apesar de um amplo discurso referente ao que eu tinha dito (num dialogo de grande compreensão e respeito de ambas as partes), mas que ele não poderia ter entendido completamente mesmo porque eu não havia concluído, o que também não me interessava, pois eu já havia me arrependido de ter exposto um pouco do meu propósito para ele.
Baseado primeiramente em Jó 32: 8-9, 21-22 e depois em Mt 23:8-9, sigo eu os propósitos que creio ter Deus me dado; dês de antes, em tudo em minha vida, nunca desejei imitar ou fazer algo de outros, mas a inovação é que me motiva, a singularidade, a criação. Neste sentido, não quero baixar minha cabeça diante dos “grandes”, pois dentre tantos que se dizem ou são considerados, neles descobri banalidades e faltas infantis, considero então único e exclusivo exemplo para mim o Senhor Jesus Cristo, nem Paulo que lhe foi imitador, mas Jesus Filho do homem simplesmente.
Quando expus alguns pensamentos ao veterano pastor, ele que também é psiquiatra clinico, pensou extrair de uma análise rápida de minhas colocações um objetivo mais específico para meu futuro, o que provou sua incompreensão a meu respeito. Afirmando ele que o meu objetivo era meia dúzia de pessoas, e que não há diferença nas formas do evangelho; então eu escreverei aqui um trecho de um conceituado livro sobre comunicações e missões.

De qualquer modo, os missionários devem despojar-se para sempre da noção ingênua de que a aceitação da mensagem do evangelho é a mesma, não importa como ele seja transmitido ao mundo – seja por meio de livros, revistas, rádio, televisão, filmes, gravações sonoras, folhetos, desenhos a giz ou dramatizações. Possivelmente, nenhuma historia fictícia teve circulação mais ampla nas missões ocidentais do que a idéia de que, se você colocar uma mensagem do evangelho em uma das extremidades de qualquer desses meios de comunicação, ela sairá na outra extremidade como exatamente a mesma mensagem do evangelho.
(A Comunicação Transcultural do Evangelho – volume 1, comunicação, missões e cultura – David J. Hesselgrave, pagina 42, editora Vida Nova, São Paulo 1994).

Esse acontecimento foi bom e proveitoso para mim, como um teste de onde você reafirma o propósito dado por Deus em contraste com a infinita opinião dos homens, ou que eles pensam saber ou servir para os outros, independente de quem seja ou dos anos ministeriais nas costas. Os que buscam são capacitados e Deus usa quem Ele quer da forma que deseja onde não imaginamos nos propósitos que nem sabíamos que existia. A transição desse mundo, desse milênio, de novo tempo, é geneticamente desenvolvida nos homens de Deus que surgem; não desmerecendo os do passado, mas a inovação temporal evangélica, sua velocidade, linguagem e ritmo já não se enquadram nos velhos conceitos de trabalho e meios que antes foram usados. O que infelizmente pode acontecer, é alguém na sua boa vontade, porém humana opinião, tirar ou na melhor das hipóteses atrasar a vontade de Deus para alguém, por este ainda não estar tão certo ou arraigado naquilo.

diego marcell - razões para a nova reforma

terça-feira, 6 de julho de 2010

A religião do momento



Estão difamando seu nome
Por causa daqueles que se chamam de seus
Por aqueles que andam com o livro preto na mão
Acusando e batendo em inocentes pela rua.
Onde foi parar o respeito Judeu?
Onde está a reverência Católica?
O que aconteceu com a ética Protestante?
No que se transformou o carisma Pentecostal?
Em fogo estranho neo-pentecostal.
Em fundamentalismo calculista infundado e frio.
Em fé distorcida e cega.
Em farisaísmo.
E todos vêm em nome de um deus único,
Mas todos são diferentes.
Quantos deuses únicos existem na cabeça dos homens?
Limitaram Deus num livro mal interpretado.
Usam a espada de forma literal.
Matando a si mesmos com a letra.
Estão ganhando o mundo para perder a alma.
Seguidores de homens que como estrelas que refletem uma luz que não é sua, querem brilhar mais que o Sol.
E multidões lotam salões, pagam milhões para participarem de um show de mágica.
Ergueram altares a um deus bizarro, para ser o instrumento pagão do seu freak show. Enquanto ilusionistas da fé com seus “Armanis” e suas cartolas que saem coelhos, cavalos, fazendas, carros importados e mansões diretas para o próprio império de horror.
Com meia dúzia de versículos decorados eles abrem o espetáculo e contagiam hipnoticamente a platéia com um texto ensaiado de ritos que fazem todos entrarem em um transe de admiração capaz de fazê-los lamber o chão do estábulo em nome do seu deus.
E todos saem dali com os olhos esbugalhados e um sorriso petrificado digno de levá-los direto ao hospício mais próximo.
E na rua eles flutuam superiores contando aos incautos suas “experiências” místicas produzidas por mãos humanas, o que faz deles seres “iluminados”, “imortais” e “invencíveis”, até a chegada do próximo resfriado da estação.

Diego Marcell
06-07-10

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