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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Furo e opinião
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Opinião de Brasileiro
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
domingo, 24 de julho de 2011
Academicismo brasileiro ou Isto é Brasil
O academicismo está repleto de conhecimento, mas carente de sabedoria, sem novidade, sem incentivo à experiência, numa produção de réplicas cada vez com menos qualidade. Isto é o 3° mundo, isto é Brasil.
Um país regionalista que a sua tradição não sabe se colocar na atualidade, não sabe se renovar e o que causa este confronto de uma cultura ultrapassada tomada pelo que é moderno – a cópia do exterior – como corpo estranho enxertado para fingir para si mesmo que esta voz que fala é original, mas não é, é eco tímido da criação alheia com pitada descarada desse arcaico ser regional do fim do século XIX e início do século XX.
Com exceção de alguns que tiveram pensamento universal dentro do país como Leonardo Boff na teologia, Marina Silva na política, Niemayer na arquitetura, os Gracie nas artes marciais, CSS na música, Glauber Rocha no cinema, Paulo Freire na educação e alguns outros, mas na amplitude da análise o Brasil não existe neste início de século XXI. Existe uma globalização que precisa avistar o Brasil para dizer para si mesmo que ali ele está, quando Stallone vem explorar sua excentricidade, quando a Gisele faz um “paz e amor” para a câmera ou quando um brasileiro faz um gol bonito, mas um país artístico, intelectual ou cultural não existe por aqui. Uma sólida produção que fomente o surgimento do pensamento destacável é impossível, pois para se conseguir alguma coisa é preciso elaborar projetos detalhados para os editais burocráticos do governo que prioriza nomes de peso, reconhecidos e de carreira mais do que feita, para se conseguir algo neste país se deve estar maduro, quase podre, muitas vezes podre, e aí acontece o desperdício, aqueles que estão prestes a ficarem no ponto da colheita são esquecidos por esta tradição arcaica de interesses políticos.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Produção e exibição do audiovisual brasileiro

É um grande erro copiar formas americanas de qualquer produto cultural. O Brasil é infinitamente mais rico culturalmente que um país descartável como os Estados Unidos.
Nos anos 50 foi criada a Vera Cruz, um estúdio nos parâmetros Hollywoodianos, que apesar de ter proporcionado vários sucessos cinematográficos de chanchadas e dramas clássicos, não durou muito, por não conseguir se manter independente do estado, lidando com valores estratosféricos. O oposto disso foi a criação da Embrafilme, uma empresa que bancava e distribuía em nível nacional nossos filmes, dividindo o mercado de maneira justa com o cinema de fora (que não era tão ruim como o de hoje em dia); outro fator favorável é que haviam muitas salas de exibição, salas grandes espalhadas por bairros e pequenas cidades.
Collor 1990, o presidente “mauricinho” queria transformar o Brasil em uma retenção de produtos importados, acaba com a Embrafilme e conseqüentemente com o cinema nacional. Nessa época eram produzidos em média de três a cinco filmes de longa metragem e sem possibilidade de exibição.
Fernando Henrique Cardoso, 1994, cria a Lei de Incentivo a Cultura e a Lei do Audiovisual, desta forma se dá a famosa retomada do cinema brasileiro com O Quatrilho, Baile Perfumado, Carlota Joaquina e tantos outros. Porém a invasão dos Estados Unidos com um cinema comercial e descartável, a redução das salas de cinema nas cidades pequenas a quase zero e nas grandes cidades as salas migrando para shoppings que exibem exclusivamente cinema comercial em salas agora minúsculas.
O grande problema da nova lei do audiovisual é que você precisa fazer o projeto, mandar para ser aprovado, se for aprovado começa a peregrinação de bater nas portas das empresas pedindo dinheiro, a empresa pode achar que a marca dela não se sairá bem de estar estampada no seu filme e com muito esforço daqui a 5 anos ele pode ser finalizado; outro fator que implica é que depois de pronto há o problema da exibição que a lei não inclui, realmente se a pessoa não tiver um grande empenho não fará um filme com recursos que não sejam próprios.
A única saída para a maioria mostrar seus filmes (principalmente curtas metragens que possuem uma lei de exibição nos cinemas, mas que deixou de ser cumprida dês do final dos anos 80) são os festivais espalhados pelo Brasil e algumas exibições em canais de televisão por assinatura, que democraticamente premiam o esforço daquele cineasta brasileiro que não entra nos moldes da Globo Filmes.
Com a chegada do cinema digital, no qual o custo de produção cai drasticamente em relação a película, e o auxilio da internet, muitos cineastas partiram para uma maneira alternativa de execução, criando um mercado paralelo a esse que estamos acostumados; com um cinema experimental, que não se limita as imposições comerciais, fazendo filmes com gastos super reduzidos e investimentos próprios, pois quando há liberdade e até limitações o brasileiro é n° 1 em criatividade, permitindo desenvolvimento do raciocínio, quebra de valores antigos, exceções de regras impostas por um cinema metódico e ultrapassado.
Diego Marcell 04/03/07
sábado, 21 de maio de 2011
Diego Marcell fala sobre a cultura do sul, música e cinema
domingo, 27 de março de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Café, Curitiba e Cinema

Num café preto, cheio de açúcar, eu armazenei o meu cinema. No seu cheiro, nas suas roupas, nas suas fitas e edições. Em Curitiba, numa Curitiba capital do cinema cosmopolita. Nos sóis do meio-dia. Na alegria colorida e cintilante da noite antiga. Lá nas ruelas cinematográficas, de negros sobretudos sobre asfaltos úmidos, sob postes de luz.
Escolhemos a diversão e o ativismo, mas não a profissão; escolhemos a cultura, a arte e o café, mas não a escravidão. Escolhemos em nossos quartos, a filosofia de um filme desconhecido, a chuva e o verde das folhas, a janela do prédio que filma a cidade parada, estática e as buzinas. O que fazer? Ligar para alguém, comer uma salada, beber um vinho e conversar.
A noite pede mais um plano, mais um livro que eu deixo para amanhã, temos que ler um roteiro antes de dormir. Temos que escolher a vida, antes que o café congele, coisa que nunca deixamos que acontecesse.
domingo, 30 de maio de 2010
Sebo Complexo Arte - estilo e cultura em um só lugar
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