
diego marcell - razões para a nova reforma




Religiosidade é puxa-saquismo espiritual, tentar agradar a Deus com obras e condições humanas; roupas, estereótipos, amuletos e coisas exteriores; mas Deus esquadrinha o coração humano, Ele quer pessoas sinceras e não bajuladores.
Você não pode agradar a Deus com sua doutrina, mas Deus pode te dar um coração de carne, se você for sincero. Seja você mesmo, Jesus veio para nos libertar, enquanto a religião foi criada para aprisionar e cegar o homem.
A igreja de Deus é feita de homens de coração quebrantado, de alma sincera e espírito livre; a igreja de Deus não é de tijolos, não tem nome e não foi criada por homens; a igreja de Deus é perceptível no mundo espiritual e não é vista de maneira pejorativa como alguns homens apresentam e desejam que ela seja. A igreja de Deus é movida a fogo, mas o fogo que existe para favorecer a outros, e não um fogo barulhento e de pouco proveito como alguns templos evangélicos apresentam por aí.
A igreja de Deus tem a sabedoria do céu, a riqueza do céu e a grandeza humana do céu; ser humano é divino, pois foi para nós que tudo foi criado, e além de nós sermos a obra-prima de tudo que foi criado, o próprio Deus se fez humano para se colocar em nosso lugar, nos capacitando a aceitação espiritual do plano perfeito do Criador. E Esse Criador, que eu não preciso fazer qualquer apresentação, pois tudo que está dentro da nossa capacidade já foi dito e ainda assim não foi suficiente para defini-Lo, Esse Criador através de um Amor que é Ele próprio, e seu plano perfeito de salvação de que falei anteriormente, foi por este plano que Ele nos deu uma filiação não merecida, mas desejada, fazendo-nos então, detentores de algo maior que toda criação, que é a vida eterna, através de Jesus Cristo, a Personalidade que possui em Seu Nome o poder de mandar e desmandar em qualquer lugar desse infinito cosmo.
Então a conclusão lógica que chegamos: somos mais do que servos, somos amigos dEle, Jesus, cujo nome é o nome mais forte e poderoso em todo e qualquer lugar que existe ou que venha a existir; e nós somos a Igreja, também pode-se traduzir que somos o templo que habita o Espírito Santo, então devemos saber que depois do nosso novo nascimento, passamos a possuir a essência divina que nos capacita a sermos os representantes do céu aqui na terra, mas não para sermos como extra-terrestres de filme de ficção em meio ao povo, mas pelo fato de sermos humanos como eles, nos apresentamos da mesma forma e vivemos a mesma coisa, porem, no mundo espiritual é que temos vestes celestiais e um selo que nos distingui; e isso não tem nada de religião, isso é dádiva; não há imposição, não há barganha e não há sacrifício; mas há graça, liberdade e paz.
COMPLEMENTAÇÃO
Vocês podem estar pensando que estou defendendo um tipo de igreja que tem por aí, que se designa a única correta por não possuírem nome e por aparentemente parecerem com a igreja primitiva. Porem, ao se designarem a forma correta de igreja, elas já segregam o evangelho a elas mesmas. Ao se fecharem em um grupo, já se definem como uma igreja especifica, da mesma forma das que possuem placa, elas não deixam de ser uma denominação só porque se intitulam não-denominação, uma maneira um tanto hipócrita de instituir em nome de Deus uma igreja regida por homens, pois ao seguirem alguns homens e livros específicos, já definem suas próprias doutrinas, e ao negarem toda forma que o evangelho está sendo pregado pelo mundo, já estão julgando pessoas que são realmente usadas por Deus. “Quem comigo não ajunta, espalha” é o melhor exemplo de que a Palavra não tem restrição; e a Bíblia nos da exemplos variados e não idênticos, como estes que estas igrejas querem mostrar.
Como podemos negar as formas tão diferentes e até absurdas que Deus vem usando nestes últimos tempos para alcançar pessoas de todas as tribos, línguas, raças e nações; negar este evangelho pregado de maneira “louca” para loucos, é negar a criatividade e o poder do Espírito Santo que não faz acepção de pessoas, mas ama os de coração puro. Eu vejo a honestidade destes que se apresentam de maneira estranha, de maneira que gera exclusão aos olhos dos homens, mas também vejo a mesquinhez e o orgulho nos corações destes que se apresentam engravatados e detentores da verdade, que usam a Palavra para acusar, para proibir e para esculachar e zombar dos outros, ao invés de aceitar pelo amor de Cristo que por Ele mesmo não julga pelo que nossos olhos avistam.
Dizer que a mulher não pode ensinar, que desta forma ou daquela não pode, que não pode ter pastor, que o Espírito Santo não age desta forma (como se alguém pudesse dizer como o Espírito Santo age) e inúmeras “doutrinas” ensinadas por esta igreja que se considera a não-igreja e ao mesmo tempo a Igreja-Certa. Quem são eles para limitar Deus? E porque de uma hora para outra se levanta num lugar a visão do evangelho verdadeiro? Então Deus dá uma visão de algo tão grande a meia dúzia de filhos?
É para acabar com este papo infantil espiritualmente que invariavelmente nos vem ao encontro constantemente; já que não é igreja que fala comigo, nem homens, mas sim Deus através da sua maior revelação. São os frutos e a forma e a suavidade ou a arrogância dos meios que me provam quando é Deus agindo ou apenas homens que usam Seu nome, e quem da essa e outras diretrizes para descobrir a verdade é a Palavra, ou seja, a própria Verdade.
Repito, a Igreja de Deus não tem nome, nem placa, porque ela é feita de pessoas; é impossível agora querermos transpor isso ao material e querermos destruir os templos e voltar a igreja primitiva; os tempos são outros e se existem igrejas com placas é porque há diferenças de ministérios, e gostos, e vontades, e garanto que na igreja primitiva era igual, por causa da cultura dos lugares e das pessoas que influenciavam na forma de levar ou de ser o ministério, só ainda não havia nome, porque tudo era muito novo, ainda estava sendo formado o cristianismo; nós somos individuais e cada igreja é compatível com um tipo de pessoa, porem o Espírito é o mesmo; o maior erro é sair dizendo que um é melhor ou mais correto que o outro, se está dentro do projeto de Deus esta é a igreja de Deus; mas a Igreja, esta sim é uma e não existe placa, é a Noiva de Cristo, mas esta é compatível no Espírito de Amor e não no corpo perecível, Deus não fez robozinhos, Deus nos fez especialmente únicos.

Mt 18:6-7
Se a tua religiosidade faz o mundo tropeçar; se a tua religiosidade reflete de forma contraria naqueles que buscam a Deus, mas ainda não encontraram; se a tua religiosidade aprisiona ao invés de libertar; se a tua religiosidade causa nas pessoas algo contra Deus, então melhor seria se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar.
Porque o mundo não suporta estes “crentes” estereotipados? Porque são a pedra de tropeço dos homens; porque não usam da sabedoria que os discípulos de Cristo usavam para alcançar o publico alvo. O mundo quer conhecer Jesus, mas quer distancia desse povo bitolado que pensam serem eles os representantes de Deus na Terra. Acham-se exclusivos na sua igreja que jorra profecias e línguas estranhas, mas não passam de crentes inchados.
Mt 18: 3-5 – provavelmente você sabe décor este texto, mas não tem o seu sentido arraigado em seu coração. Ser honesto e maleável como uma criança. Possuir conversão verdadeira em si e não na sua roupa ou cabelo. Receber as crianças da mesma forma e não criticá-las como esse povo “perfeito” o faz.
“E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.” (Mt 11:6). Para o mundo esse tropeço é a religiosidade dos evangélicos, suas prisões conceituais, seus egos eclesiásticos, seus meios terrenos para fins celestiais, suas interpretações ao pé da letra das parábolas do Mestre. Não pedem ao Espírito, não se esforçam para crescer, estagnam na vontade do seu pastor e não na profundidade da mensagem de Cristo.
Mas a estes religiosos evangélicos Jesus deixou um recado ainda em seu ministério terreno. Mt 15:3 “Porque transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição?”

Muitos cristãos usam de desculpa para não estudar, a perda de espiritualidade. Alguém me de uma referencia bíblia para isto. Pois na Palavra toda o que se vê é totalmente o contrario.
Jesus é a Sabedoria, e muitos cristãos se enquadram numa mensagem para ímpios, para aqueles ímpios que quiseram permanecer em trevas para seus pecados não serem revelados; quanto aos cristãos, não se refere bem ao pecado em si, mas a negligência, que não deixa de ser algo inaceitável para Deus.
O cristão para buscar conhecimento deve ser uma pessoa ousada e corajosa, já que adquirir o conhecimento implica em uma responsabilidade, porque o erro se torna consciente; por isso muitos preferem continuar ignorantes, não querendo assumir então o peso das verdades reveladas, não dando mais para usar a desculpa de não saberem, pois deste modo estariam mentindo, e nisso suas consciências apontam invariavelmente pesando no cristão.
Outros preferem o conhecimento raso, para não precisar de uma preparação tão teórica, dizendo que o Espírito basta na mensagem; claro que sem o Espírito nada flui, mas se for só por Ele, então você não tem o porquê de ser o representante de Deus para os homens, para isso você precisa ter o que passar, dar embasamento e associar a nossa realidade a mensagem divina, pois nem todos os ouvintes são culturalmente iguais a você. Você precisa dar fundamento não apenas bíblico, mas cientifico, para que pessoas racionais não pensem que o que você está falando são historinhas fictícias, principalmente neste mundo cheio de informações que estamos; nós como cristãos devemos necessariamente acompanhar a evolução, Deus nos colocou neste tempo para pertencermos a ele, e não para pregar o evangelho da forma que nossos avós e pais pregavam; para falarmos o vocabulário do século XXI, para levar a palavra e com a própria ajuda que a ciência tem dado para nós de embasamento das provas bíblicas e do próprio Deus.
Se antigamente as pessoas podiam ser levadas a Deus pela falta de conhecimento cientifico ou cultural; hoje é o processo inverso, elas podem ir a Deus pelo excesso de conhecimento cientifico e cultural, pois a ciência só leva a Deus, e na falta de respostas para problemas físicos, emocionais e conseqüentemente espirituais, que apesar de tanta tecnologia e evolução no campo da medicina, ainda não consegue resolver, porque só o Criador realiza milagres, o impossível sempre será possível para Ele, há coisas que não mudam, como o próprio Deus; conflitos humanos e depressões são milenares, e o mesmo Espírito que agia nos profetas para falarem ao povo, hoje está em nós, porém as diferenças culturais dos profetas também são evidentes na historia, como deve ser hoje. O que é imutável, isso nós devemos adquirir em primeiro lugar, ou seja, o nosso Senhor e o Seu Conhecimento; mas o mutável deve acompanhar a nossa estadia temporal no planeta, não podemos ser seres estranhos em meio aos humanos, falar uma língua primitiva, mas precisamos estar no nível para mais, para sermos usados com liberdade pelo Espírito Santo, fazendo que se cumpram os propósitos do Pai.
diego marcell - razões para a nova reforma

Quanto mais se fecham nos seus, mais longe estão de Deus. Quanto mais trabalham nos sãos, menos galardões recebem pelos doentes. Quanto mais escolhem seguir uma idéia doutrinaria, menos ouvem a voz criativa do Espírito Santo. Não importa como você se apresenta, igreja, grupo, segmento..., não pertence a universal expressão de amor divina, não passando de uma bolha de ego. “Falou João e disse: Mestre, vimos certo homem que, em teu nome, expelia demônios e lhe proibimos, porque não segue conosco. Mas Jesus lhe disse: Não proibais; pois quem não é contra vós outros é por vós.” (Lc 9:49-50). Lição que os discípulos aprenderam a muito tempo, mas que os muitos religiosos ainda não sabem; a Bíblia não é a bússola deles, e sim o fundador (o homem) das suas bases religiosas. Do versículo 37 ao 62 de Lucas 9 vemos a demonstração da futilidade de querer salvar-se; os discípulos egocêntricos e impotentes são contrastados com o Cristo poderoso e desprendido, que novamente anuncia sua morte. A conseqüência do egoísmo dos discípulos foi o conflito entre crentes, entre grupos e entre raças. A única solução é abandonar o ego, abandono que se manifesta na dedicação sincera ao reino de Deus.
Há tanta certeza que cheira a ignorância. Mistérios fazem parte de tudo que nos cerca, como podemos afirmar segundo uma suposta revelação. Tantas revelações individuais e desconexas não podem produzir um segmento representativo para caminharmos aqui na terra. O evangelho puro e emanado de Cristo não é o que a grande nação evangélica decide seguir, mas um evangelho apócrifo que se reinventa a cada século, ou que se cria em lugares distantes, oriundos de um pensador que tira da sua extrema reflexão a respeito dos ensinos bíblicos, teorias cheias de sentimentos intrínsecos a sua criação, influenciados por seu histórico e recheados pela criatividade de uma mente trabalhada e flexível; flexível o suficiente para dominar os que carecem dessa capacidade intelectual de que suporta o referido “mestre”.
O povo “evangélico” conhece todas diretrizes e mensagens bíblicas décor, mas pouquíssimos as tem fundido com seu ser, a ponto de viver aquilo que é expresso por palavras, que se tornam vãs apenas. Que cada leitura seja uma experiência genética, uma metanóia a cada linha, só o que se transforma constantemente é digno de ser chamado cristão; buscar a face de Deus, conhecer o caráter Divino, conhecer a fundo como era o Cristo aqui na terra entre os homens, e não só mais um retrato midiático ou opinativo, uma visão particular, unilateral e limitada que se expande e depois se enclausura em segmentos religiosos inquisitores de uma idéia adquirida por homens pouco sensíveis ao Espírito Santo, que necessitam de revelações alheias para “seguir” a Deus.
Enquanto uns vivem a teologia da prosperidade e outros fazem voto de pobreza; enquanto uns usam um pouco das escrituras e outros usam o outro pouco que aqueles deixaram, eu prefiro usar tudo, pois há tempo para tudo, momentos, lugares e épocas em nossas vidas para extrairmos coisas específicas das escrituras, ou recebermos do Senhor a palavra certa, independente da vontade ou ensinamento de qualquer líder religioso. Buscar a vontade verdadeira de Deus sem influência humana estando arraigado a algum líder é praticamente impossível, a não ser que Deus te tire e te revele algo que possa até ir contra algum principio doutrinário que você segue. Do contrario, você deve ter por cabeça e mestre apenas o Senhor Jesus Cristo e sua pura, porém profunda mensagem Mt 23:8-10.
diego marcell - razões para a nova reforma


Não há salvação por igreja, hoje muitas igrejas pregam isso em relação à igreja Católica, porém ao falarem isso, subliminarmente estão dizendo que são a única que “consegue” salvação, não por serem igreja, mas por se considerarem a mais correta, ou a única correta; e é nessa que eles se enganam. Algumas enfatizam partes da Bíblia que encaixam em suas doutrinas, baseiam sua “verdade” em alguns trechos da Palavra, mas não em uma Bíblia completa.
As Sagradas Escrituras se revelam ao cristão através do Espírito Santo, onde num único texto pode conter infinitas mensagens, porém apenas uma interpretação.
Igrejas frias, igrejas mornas ou igrejas que parecem estar fervendo de fogo pentecostal, cometendo erros por causa da sua religiosidade. Entenda que cada pessoa possui particularidades, gosto e estilo, talvez uma pessoa prefira algo mais calmo, enquanto outra prefere barulho; tanto, estilo da igreja, dos membros, dos louvores, do pastor, tudo vai de onde a pessoa se sente bem, e também de onde ela recebeu o chamado; nada melhor que uma igreja onde permite que Deus faça e haja segundo Sua vontade. Esse negócio de puxar para um lado, dizer a um crente de outra igreja que há um chamado para trabalhar na sua igreja, isso é o famoso “pescar em aquário”, a igreja em questão não está preocupada com as almas que perecem por si e sim com a quantidade, com o numero de gente no templo. Se Deus quer revelar algo, Ele revela primeiro a pessoa e aí sim, depois, Ele dá a confirmação através de outra se necessário.
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