Mostrando postagens com marcador reforma da igreja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reforma da igreja. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de março de 2011

Avivamento ou apostasia?


Li num blog uma pesquisa onde perguntava sobre o futuro da igreja evangélica no Brasil, os quatro tópicos eram: 1º ela está a beira de um avivamento. 2º está a mesma coisa. 3º está a beira da apostasia. 4º não sei. Pensei comigo: a alguns meses atrás eu não hesitaria em colocar “a beira de um avivamento”; porém hoje com certeza assinalaria, “a beira da apostasia”. Se Deus está nos abrindo a mente e nos livrando de um falso avivamento para uma reforma, ou de uma apostasia para um avivamento (já que uma reforma é gerada por um tipo de avivamento profundo e verdadeiro em gerações ou indivíduos) se é isso, não sei com certeza, mas que desde a minha conversão eu vejo Deus transfigurando ambientes sensitíveis, mudando geografias espirituais na minha frente, ou numa tela atrás de mim, isto eu vejo; e agora não é diferente, quando tudo toma forma e você se permite aceitar o que for, aceitar o risco da novidade, aceitar ser levado para o desconhecido, sem medo, tudo flui com clareza em tempo real.

Deus vem realizando isto, desde que eu resolvi tampar os ouvidos para vozes humanas e ouvir apenas a voz do Deus Pai. É a compreensão subjetiva, o saber mais intrínseco do evangelho no ser, é a faculdade de teologia que amplia horizontes (diferente destes cursos de obreiros de algumas igrejas que aprisionam incautos em doutrinas e meios mecânicos de fé), são os livros e filmes e inúmeros extras que caem nas minhas mãos e fecham com aquilo que fala dentro de mim.

Isso tudo gera um ângulo diferente de tudo que você um dia viu ou vivenciou. Aqueles que eram os revelados do poder do Altíssimo não passavam de promovedores de ameaças evangélicas? Eram visionários do avivamento ou vendedores de ilusão? Pelos seus frutos, que bem conheço, pois vi muito de perto, obtenho as respostas, eu que nunca fui assim muito de super produções cinematográficas, sempre preferi o retrato da humanidade dos filmes sul-americanos e europeus, um dia também fui encantado pela ludibriante pregação e os shows pirotécnicos desses homens, que hoje sei, pregam por dinheiro. Talvez não seja culpa deles, mas neste meio, as brechas devem ser tampadas antes que se tornem fendas sem concerto, é o sistema que tomou conta dos evangélicos que agora seguem um falso evangelho, um evangelho bem produzido, bem definido, que sabe seus objetivos, seus propósitos, e os meios para neles chegar. Isto é péssimo, mas é bom, pois Deus está levantando vozes pelo mundo, que lutam contra isto, que em nada querem ganhar com o evangelho, a não ser almas, que nada usam de meios a não ser a verdade, e não para seus próprios interesses, mas daquele que os chamou, no silencio, no anonimato, para não criar pop stars, mas instrumentos de uma obra, membros sadios de um corpo doente, para um avivamento genuíno, aquele que transforma a mente.

Diego Marcell 09-04-10

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

TRATADO APOSTÓLICO EMERGENTE



Muito tem sido falado neste início de século XXI sobre a necessidade da reinvenção das formas pelas quais a Igreja de Cristo se apresenta. Para tal, surgiram diversas expressões, como desconstrução, nova reforma e ministério relacional. No entanto, considero ser fundamental esboçar algo sobre a necessidade latente de que cada igreja estabelecida assuma o compromisso apostólico de favorecer e incentivar o surgimento de novas igrejas e novos ministérios. Mas para que isto seja realidade, alguns paradigmas precisam ser destruídos.

O primeiro paradigma que precisa ser aniquilado é de que a única maneira de servir a Deus é de acordo com as metodologias e formas existentes dentro de determinado ministério. Generalizações que enquadram aqueles que não se encaixam em modelos funcionais como “os que não são”, são sempre danosas e contrárias à definição de Reino. Um reino não pode subsistir se estiver dividido. Portanto, aqueles que não reconhecem virtudes na diversidade de compreensão do que vem a ser ministério, necessariamente são os que provocam divisões.

A visão equivocada dos que se consideram “novo vinho”, de que é possível ser igreja desconectados do contexto histórico, também surge como um grande problema. Tais “ministérios” são movidos por sentimentos que os levam a serem exatamente iguais aos que criticam. E isto se torna visível à medida que as formas litúrgicas se repetem na negação do modelo (como se houvesse um “mundo bizarro”, onde o novo torna-se exatamente o contrário do velho), ou ainda na dificuldade prática dos “novos” em estabelecerem alianças com quem não lhe traz benefícios (chamo isto de super valorização do “cool”).

A verdade não precisa de reforma. Apenas as motivações e práticas decorrentes é que precisam. Pois o mundo está farto de tentativas de mudanças de rótulo que não implicam em mudança de conteúdo.

“E ninguém deita vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho novo romperá os odres, e perder-se-á o vinho e também os odres; mas deita-se vinho novo em odres novos.” (Marcos 2:22)

Fonte Solomon1

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O culto chato




prefácio
Esse texto parte de uma visão generalista, se na sua comunidade o culto, reunião, celebração ou como quer que você chame, não acontece desse jeito, deixe um comentário, que isso enriquece muito a conversa.
novos formatos
Esse final de semana você provavelmente vai ou foi num culto, reunião, celebração ou como quer que você chame na sua comunidade. Esse culto (vou chamar de culto, porque é assim que chamam na minha comunidade) deve ter um formato específico que se repete a cada semana.
A ordem dos acontecimentos deve ser essa:
o saudação
o louvor
o pregação
o benção
Talvez tenha santa ceia, batizado, avisos e outras coisas que são particulares a cada comunidadade ou denominação.
Não sei se falei no meu polêmico post introdutório que mudei para são bento do sul faz uns três meses. Antes morava em Curitiba e lá já estava habituado na comunidade que ia. agora que mudei, tenho dificuldade de ir pra igreja e isso por dois motivos — primeiro não conheço ninguém, segundo, o culto é chato. E é sobre o culto chato que quero falar.
o culto chato
Em Curitiba descobri que não ia no culto para ter comunhão com Deus, isso eu podia ter em qualquer outra comunidade. Eu participava daquela comunidade porque lá estavam (e ainda estão) os meus amigos, lá estavam pessoas com quem eu gostava de passar tempo junto e o culto era uma desculpa para isso acontecer (obviamente a palavra e o louvor me agradavam, mas isso eu conseguia em outros lugares também).
Eu, Gustavo Nering, acredito que o formato atual de culto está completamente ultrapassado. Não é que culto aqui em São Bento do Sul é chato, esse formato de culto é que é chato. O formato de culto atual não ajuda as pessoas em alguns dos principais problemas da nossa sociedade, o individualismo e a solidão. E consequentemente a maioria das comunidades deixam para depois do culto aquilo que podia ser contemplado dentro do culto.

Só quero deixar claro que acredito no poder do culto, não acho ele irrelevante, e não acho que isso é desculpa para deixar de convidar as pessoas a visitar nossa comunidade. Acredito no crescimento espiritual através do louvor e da pregação da palavra, só acho falta uma coisinha que é o ponto central desse texto.
a divisão
Em grande parte das denominações a igreja é disposta em bancos ou cadeiras viradas para o púlpito, altar ou palco onde ficam o grupo de louvor, o pregador e todo mundo que fala durante o culto.
As cadeiras ou bancos viradas para um mesmo ponto diminuem o contato humano e direcionam o olhar. Essa disposição tem a função de deixar as pessoas quietas para ouvir o pregador.
A comunhão, algo básico, essencial e elementar do cristianismo, fica para depois do culto, quando — os que tem a autorização — já falaram lá na frente. Quem vem pela primeira vez no culto só tem comunhão com alguém se for abordado ou se abordar alguém.
a conversa
Porque, ao invés de bancos que apontam para a frente, uma roda? Assim que eu imagino Jesus falando para as pessoas, alguns em pé, outros sentados, talvez um negócio parecido com o Altas Horas, tendo espaço para interação, perguntas, indagaçõe, etc.
Ou porque não tornar a comunhão como parte do culto? Um momento em que as pessoas se juntam em grupos e conversam sobre aquilo que foi falado no culto, e que, muito provavelmente, continua logo após o culto.
E esse é o ponto central do meu texto. Nosso formato de culto é muito semelhante à uma sala de aula, um formato vertical em que um fala e os outros ouvem.
Porém, com a internet, nós estamos num momento de estrutura social horizontal, num momento colaborativo onde todos podem contribuir.
Também, por causa da internet, muitas pessoas tem dificuldades sérias de se relacionar com pessoas de verdade, de ir ao encontro de outros, de puxar assunto e muitas vezes ir à igreja afirma a solidão.
A conversa deveria fazer parte do culto, e o culto deveria contemplar a comunhão como parte dele. É na conversa que nós conhecemos os outros e é na conversa que ensinamos e aprendemos.
A conversa é uma ferramenta fantástica, e ela é uma peça estratégica e fundamental na evangelização ao próximo. Nós temos que sair da nossa igreja para pregar, mas podemos também utilizar o espaço do culto para além dos nossos muros, mesmo estando dentro deles.
concluindo
Eu sei que novos formatos geram uma quantidade de problemas operacionais, que o espaço físico nem sempre ajuda e que muitas comunidades são muito conservadoras em relação ao seu culto, porém algo precisa ser feito para que nossas igrejas encham e se acalorem, ao invés de ficarem cada vez mais vazias e mais frias.
O número de pessoas sem religião aumenta a cada dia, e se não estivermos dispostos a conversar dentro da nossa igreja, fora será muito mais difícil. As pessoas clamam por um relacionamento em que haja confiança e fidelidade, e muitas vezes isso não acontece dentro da igreja. A Igreja precisa pensar em ferramentas para estimular relacionamentos reais e criar espaços de comunhão dentro do culto podem ser peça chave para o começo de qualquer relacionamento.

Fonte Crentassos

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Quebrando paradigmas


(Por Ed René Kivitz)

Os cristãos não têm mais templos, nem sacerdotes que oferecem sacrifícios a um Deus ultrajado em sua justiça, e não precisam guardar dias sagrados ou observar rituais para a purificação pessoal e veneração a Deus.
O apóstolo Pedro é porta voz da doutrina do Novo Testamento a respeito do culto ao ensinar que aqueles que estão em Cristo são semelhantes a pedras vivas, edificados como casa espiritual, para sacerdócio santo, a fim de que ofereçam sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por meio de Jesus Cristo (1 Pedro 2.5). O único sacrifício espiritual agradável a Deus que um cristão pode oferecer é a sua própria vida: Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (gr. logiken: genuíno, legítimo, autêntico). Em outras palavras, se a igreja, em Cristo, é templo de pedras vivas, cada cristão é um sacerdote, e sua própria vida, o sacrifício, então o culto ganha outra dimensão.
Este novo conceito de culto traz duas implicações.
A primeira é que “a vida é um culto”, e nesse caso, “quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10.31). O que costumamos chamar de louvor, com pessoas reunidas para cânticos, é um momento no todo da adoração, e não a totalidade de nossa devoção a Deus.
A segunda implicação é que apresentar a vida como um sacrifício vivo a Deus, necessariamente desemboca no serviço. Russell Shedd diz que “o corpo e a mente não são sacrificados num altar, segundo o modo da antiga aliança, mas incorporados no serviço ativo dentro do corpo de Cristo, a Igreja. Os dons distribuídos pelo Espírito Santo são um sinal claro da aprovação de Deus aos sacrifícios vivos que lhe foram oferecidos”.
Reuniões para louvor e cânticos, muito embora justificadas pelo Novo Testamento, eram, entretanto, um parêntesis na vida de serviço sacerdotal da Igreja no mundo, e não a totalidade de sua dedicação a Deus. Os cristãos não prescindem dos grandes ajuntamentos para louvor e edificação… mas a celebração não encerra a totalidade da vivência da fé, sendo, de fato, apenas uma de suas partes… sendo inclusive muito reducionista do amplo sentido de servir a Deus.
A igreja de Jesus é, portanto, desafiada pelo Novo Testamento, a viver além dos limites do templo, do domingo, do culto e do clero. Muito provavelmente nada disso seja novidade. O problema é que nossa prática eclesiástica não acompanha nossa lucidez teológica... a igreja não se vê mais como um instrumento nas mãos de Deus para “fazer convergir em Cristo todas as coisas, tanto as que estão no céu quanto as que estão na terra” (Efésios 1.10). Isto é, a igreja perde o sentido de missão, pois se o Senhor Jesus quer exercer sua autoridade no universo criado por meio da igreja, ela não pode permanecer intra-muros... O maior desafio pastoral contemporâneo é pegar os cristãos reunidos no templo, no domingo, para o culto onde o clero desempenha sua performance, e despejá-los na segunda-feira para a vivência da fé, onde quer que se encontrem. Deixar que a igreja se compreenda como “comunidade reunida para o culto” é uma completa distorção dos propósitos de Deus.
Irmãos.com
Notas:
Extraído de Quebrando Paradigmas, publicado em setembro de 1995
****************************************
Talvez esse seja um dos grandes problemas das igrejas hoje... voltar seus olhos e sua adoração para fora das paredes de um templo qualquer. crentassos

soli Deo Gloria

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Deixei de ser evangélico...


Marcelo Lemos

Sem o menor sentimento de culpa admito que me tem sido coisa rara a afirmação "sou evangélico". Nem sempre foi assim. Houve tempos, já escondidos pela névoa do tempo, nos quais eu sentiria santo orgulho de tal identificação: que saudades! O tempo não para, dizia o poeta. E o tempo passou, sem muita poesia, assassinando poetas, e consagrando, quase sempre, gente cuja poesia maior é dedicada a ídolos. Nos esquecemos da primeira regra do Decálogo: adoramos personalidades, a nós mesmos, o sucesso, o dinheiro, o poder, os títulos eclesiásticos... Diante de Deus, nós, e nossos muitos deuses.

Recentemente questionaram qual minha opinão sobre o Padre Fábio de Melo, o cabeleira de gel, sem batina, que vive dizendo que tudo é "liiiiindo!", ter dito: "Eu também sou Evangélico!". Não deixa de ser uma declaração bonita e, quiçá, fruto de algum amadurecimento proporcionado em tempos pós Vaticano II. Tudo muito "liiiiiiindo!". Admitamos, por mais anti-catolicos sejamos, nada é tão prazeiroso que ouvir um padre reconhecendo que a salvação é por Graça, e que nossa missão principal é anunciar o Evangelho de Cristo. No entanto, creio que o padre precisa dar uma atualizada na cabeleira, já que a idéia que ele tem sobre o que é ser "evangélico" está defasada há, no mínimo, uma década e meia! Atualmente, ser evangélico pode significar qualquer coisa, o que nos leva a significado nenhum. Eis o grande mal dos evangélicos de nosso tempo: crise de identidade. A única coisa que o evangélico mediano parece saber sobre si mesmo, via de regra, inclui: que sua denominação é, em algum sentido, melhor; que ele é filho da promessa; que ele tem o selo da promessa, e que apesar de não ser dono do mundo, é filho do Dono! Não é "liiiiindo, minha gente"?

Assim, minha primeira razão para deixar de ser evangélico está no fato de que essa gente, os evangélicos, não sabe o que ser evangélico significa. Pergunte a maioria de seus amigos evangélicos: o que é o evangelicalismo? Qual sua origem? Quais seus postulados? Faça um teste, e comprove: quase absoluta ignorância. Somos uma geração que nada sabe sobre os Grandes Depertamentos, ou sobre nomes consagrados de nossa tradição evangélica, como Jonathan Edwards, John Wesley, Charles Finney, Dwigth L. Moody, etc. Nem mesmo o contemporâneo Billy Granham escapa imune a nossa ignorância crônica. Aliás, o Billy só volta ao imaginário dos "gospi" quando algum aloprado escatólogico faz malabarismo para associá-lo a sociedades secretas, e a complôs promotores do Anticristo... Em contrapartida, sabemos tudo sobre espiritos territóriais, ex-satanistas, ex-noivas-do-Capeta, símbolos satanistas ocultos, pregadores-sem-língua, maldições hereditárias, e, claro, campanhas de Sementes, com Bíblias superfaturadas.

Por falar em Bíblia, eis minha segunda razão para deixar de ser evangélico: somos um povo ignorante das Escrituras, e da Teologia! Não só isso, além de ignorantes, temos orgulho do fato! Dia após dia, cresce a idéia de que um cristianismo realmente bíblico, que segue o modelo da Igreja Primitiva, é um cristianismo anti-intelectual. Canonizamos a ignorãncia. Tal blasfêmia sempre esteve presente, com honrosas excessões, na religiosidade pentecostal (de onde eu venho), mas não é privilêgio apenas daquele grupo, infelizmente. Mas, como pentecostal de berço, vou me ater ao que diz respeito a minha experiência mais imediata. "Igreja do Senhor!" - esbraveja o falastrão: "eu tinha um sermão prontindo para vocês esta noite; porém, quando eu chegei neste lugar, o Espírito Santo mudou tudo – fez aquele rebuliço! Por isso, quero lhes dizer que tenho uma mensagem vinda diretamente do céu para vocês! Hoje, eu não quero nada com Teologia: Deus vai falar diretamente com você!”.

Só tem um nome para isso: apologia da burrice. Atitude que não encontra nenhum paralelo no exemplo deixado por Jesus Cristo: "E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que deles se achava em todas as Escrituras” (Lucas 24.27).Que ousadia têm aqueles pregadores e cristãos que desprezam o saber teológico, preferindo em seu lugar qualquer outra coisa, como experiencias e emoções! Eles se acham melhores que Cristo? Eles se consideram mais eficazes que o próprio Senhor, a quem dizem servir e amar? Do contrário, não é certo que deveriam seguir Seu exemplo? Como se atrevem a desprezar aquilo que Seu Deus valorizou?

Intimamente relacionado ao que foi dito acima, identifico minha terceira razão para deixar de ser evangélico. Aqui, um boa dose de cautela, pois estarei pisando em terreno perigoso. Inicio meu argumento com uma exemplificação: que dirá um cristão evangélico contra um cristão católico que, por exemplo, acredita em Purgatório? Resposa bem fácil: "A Bíblia não fala nada sobre um Purgatório, meu filho, acorda!". De fato, e não falando, os evangélicos se recusam a se submterem a um dogma extra-bíblico. Sabem o motivo? É que um dos pilares do Evangelicalismo vem direto da Reforma Protestante: o sola scriptura, segundo o qual, nada do que não esteja explicitamente ensinado nas Escrituras possa ser imposto aos crentes. Mas, ironicamente, aqui nasce um problema para os evangélicos de nossos dias: quando se trata de passar suas próprias tradições e práticas pelo crivo das mesmas Escrituras, ele rapidamente se saírão com a excusa de "não julgueis para não serdes julgados", ou qualquer imbecilidade como "cuidado, o cara é ungido Senhor; e não se deve tocar nos ungidos". Santa hipocrisia!

Ainda sobre isto há mais a se dizer: não apenas usamos o Sola Scriptura na balança da hipocrisia, como também o elevamos a um status de ídolo cego e manco. Calvino? Wesley? Spurgeon? Agostinho? Cramer? Confisões de Fé? Livros de Oração Comum? Não precisamos de nada, nem de ninguém, só das Escrituras! Conseguem perceber o desvirtuamento, a falsidade insinuante? Inventamos a idéia de que ter a Bíblia como regra suprema de fé implica na rejeição do que Deus, por Seu Espírito, fez durante séculos de cristianismo! Porém, se alguém ousar questionar o desatino anti-biblico de algum apóstolo moderno, temos resposta rápida e eficaz: "Cuidado com a Letra, abra seu coração para o mover do Espírito!". Nada mais nos interessa, ao menos, nada que tenha acontecido antes do nosso profeta, apóstolo ou bispa preferidos.

Admito, meus queridos, que há gente na Igreja Brasileira que ainda faz jus ao título "evangélico". É possível que os mesmos sintam-se injustiçados com minhas generalizações. Me solidarizo, acreditem. Infelizmente, por mais triste que seja, o termo evangelico perdeu seu valor, não por si mesmo, mas pelo mau cheiro de quem não lhe soube extrair o perfume. E, cá entre nós, nada mais eficaz para despetar um moribundo que uma boa descarga eletrica no peito: ou acorda, ou bate as botas de vez!

De modo que, tomo a liberdade de me definir como "um cristão, a favor do Evangelho, mesmo que precise ir contra os evangélicos". Peraí! Acho que isso é bem Evangélico, com E maiúsculo, não acham?


Marcelo Lemos é mais um desviado que resolveu ser subversivo do Reino e caiu aqui no Genizah

fonte Genizah

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O problema do fundamentalismo da igreja evangélica




As Escrituras (a Bíblia) não é a Palavra de Deus, é um meio seguro pelo qual ela se manifesta, porém ela só se manifesta se houver o Espírito Santo, do contrario ela é morta.
A Palavra de Deus é o próprio Jesus, o Verbo que se fez carne (Jo 1.14), agora se as Escrituras não revelam a Palavra, nela Deus não está. A igreja evangélica aprisionou Deus dentro da Bíblia, limitando-O ao que está escrito, esquecendo assim a mensagem teológica e sistematizando um veículo como se fosse a própria causa.
A partir do momento que limitaram Deus dentro das Escrituras, fizeram da letra uma arma e não uma Palavra viva, e foi neste momento que a letra os matou (2 Co 3.6).

Como uma floresta onde há arvores frutíferas
Mas também há raízes, espinhos e folhas longas
Onde os homens levaram para seus laboratórios
Tudo o que viram
Aproveitando a poupa da fruta
E o amargo das ervas
Deram de beber a todos
Alguns gostaram do gosto misturado
Mas outros rejeitaram
E assim o sabor doce e puro não chegou a todos
Pela falta de percepção daqueles que fizeram o suco
Pela falta de capacitação dos homens que foram direcionados para lá
Para buscar algo especial aos outros homens
Assim como os primeiros desbravadores do Evangelho
Porem os que vieram depois seguiram a risca a escrita
Sem perceber o que fazia parte do contexto da época dos antigos
E trouxeram tudo
E misturaram tudo
E fizeram um remédio que não traz cura
Que pode aliviar, como pode causar rejeição
Mas não é puro e suficiente como o Evangelho de Jesus Cristo
Quando podem ter outros vegetais contemporâneos ao redor
Mas que não entram no suco
Que é feito da poupa que segue intocável de geração a geração.

Diego Marcell – 17/07/10

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

UMA GERAÇÃO REFORMADA




Segundo seu “mestre” terreno que julga saber o tempo de Deus para o “discípulo”, baseado em suas experiências, você ainda tem muito o que esperar.
Geração como esta jamais houve; na passada, restaurado foi o dom (os dons do Espirito), mas na atual, liberdade, pureza, desprendimento e um extra, velocidade, que são as marcas da “turma” que prepara o terreno para a volta de Cristo.
A volta dos pais para os filhos, já que Deus escolheu a juventude cibernética para pregar o evangelho com sabedoria e intrepidez.
O orgulho dos pais é uma pedra de tropeço, mas o poder do Espirito que age nos filhos pela sua pureza é poderoso para varrer tudo que for contra Sua vontade.
Uma nova reforma, a volta do amor, a volta ao puro evangelho e ensino de Jesus Cristo homem.
Um novo João Batista, um novo Lutero.
A unção se propaga na rede.
A presença rompe os limites naturais.
Deus não fala por um, Deus fala por uma nação santa.
Em uníssono.
O Senhor deu uma ordem, ele tem como mensageiro um exercito numeroso. (Salmo 68:11)

diego marcell - razões para a nova reforma

domingo, 22 de agosto de 2010

EPÍLOGO




Como inventarei parábolas se quero chocar os cegos. Já que nunca entenderam minha poética vibração de cordas vocais sobrepostas sem vírgulas, apenas com uma fragrância de respiração soluçada para prosseguir.
Eles ainda são muito fundamentalistas, enquanto minha genética me leva cada vez mais para a subjetividade da poética mensagem hebraica, mesclada a linguagem do cinema europeu dos anos 60.
Mesmo que eu os agrida com a clareza da língua mísera e pobre portuguesa, eles se programam para não ouvir, porque onde caem as palavras é no coração, e os seus são de pedra; a não ser que eu fosse uma goteira contínua em suas vidas, mas não pertencemos a mesma comunidade; deste modo, só Deus em sua misericórdia incompreensível para nós, pode quebrantar-lhes e refazer suas entranhas, deixá-las puras para sentir com esmero uma vida com mensagem e liberdade emanadas do céu.
Nós temos limites, extrapolados para entrar a mão de fogo do Todo Poderoso e causar. Aí vemos nossa pequenez e incapacidade diante da auto-suficiência de Deus e sua voz e vontade para o homem, mesmo quando sua cerviz é dura.

Quando Jesus era intrépido em sua fala? Quando falava aos religiosos de inúmeras seitas e conhecedores das escrituras. Porém com os pecadores, Ele era amor, curava-os e os protegia, jamais os julgou ou os condenou. Você como Igreja, como servo, como mensageiro da Palavra, como alguém que busca fazer a vontade de Deus e se espelhar em Jesus, deve como base do trabalho de evangelismo ter isto como prioridade, até que faça parte de você.
Não é por palavra, é por atitude de amor.

diego marcell - razões para a nova reforma

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

PARA O CRESCIMENTO, NÃO DA IGREJA, MAS DO REINO DE DEUS




Aos homens que querem agradar a Deus.
Lideres de igrejas fazendo algo que vai contra a obra do Pai. Ainda há muita picuinha, muita vontade do homem, muito agir da carne. Ao invés de ficar feliz com o irmão que já conhece a palavra, quer carregá-lo para sua igreja, ou seja, só pensa na quantidade do templo físico que congrega; outros ainda ficam no papo de doutrina de igreja, uma verdadeira bobagem, mesquinhez do homem, pensamento que não chega nem perto do que realmente pensa Deus.
Buscar conhecimento espiritual, e buscar conhecimento espiritual do tempo que vivemos, para obter um descortinar da atualidade, pois vivemos claramente um tempo apocalíptico, profético; não há lugar para o cristão ignorante.
A compatibilidade de sermos irmãos em Cristo, andando nas ruas, é de percepção espiritual, muitos não evangélicos nos reconhecem como sendo pelo nosso agir, nosso caminhar diário; como há muita gente que exteriormente apresenta-se como tal, mas em suas atitudes demonstram puro mundanismo, e no espírito não mostram nenhuma aproximação.
Enquanto nas trevas, os de lá se juntam em trevas; os da luz parecem querer cada um brilhar mais e cegar o outro. É absurdo, a divisão do reino é algo inaceitável, ainda mais nesse tempo, é nossa obrigação estudarmos a palavra do nosso Pai e orarmos por nossos irmãos que pregam o evangelho, ou seja, deveriam ser todos, não é? E principalmente, termos amor por aqueles que ainda não conhecem o caminho que seguimos, falar disso a eles, porque quem sabe Deus tenha grandes planos para suas vidas.
Com certeza, há muitos esperando que a Palavra chegue a eles para aceitar Jesus e receberem o amor do Pai, e nós somos os vasos que devemos estar cheios do Espírito Santo pra chegar aos que ainda não receberam. E chega de tanta doutrina de homem e placa de igreja estampada no peito.

diego marcell - razões para a nova reforma

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A MINHA VONTADE OBRIGADA




Mas ao ímpio diz Deus: De que te serve repetires os meus preceitos e teres nos lábios a minha aliança, uma vez que aborreces a disciplina e rejeitas as minhas palavras? Se vês um ladrão, tu te comprazes nele e aos adúlteros te associas. (Salmo 50:16-18)
De que adianta achar algo correto só porque na tua religião te dizem assim? Assim como os fariseus que sabiam a lei décor, mas não as tinham no coração.
Quando nascemos de novo, recebemos a mente de Cristo, viemos ao mundo para sermos diferentes, Luz em meio as trevas, não pensamos assim ou assado porque a religião quer que pensemos assim, e simplesmente pensamos dessa maneira pura porque o Espírito Santo nos purificou, porque Aquele que habita em nós não vem com regras, simplesmente habita o Espírito de Vida para nos fazer livres; tudo me é licito, mas nem tudo me convém.
Eu fico triste de ver pessoas que se dizem de certas igrejas evangélicas, mas que na verdade envergonham o povo de Deus, por não conhecerem a Sua vontade, por estarem presas a sua própria religião e não estarem em sintonia com o coração e a vontade do Pai. Suas atitudes não refletem algo que instigue outros e sim tendem a causar mais preconceito e desinteresse ao invés de chamá-los (os do mundo) para Cristo.
Eu quero mostrar que caminhar com Deus é algo maravilhoso e não um martírio de “sim, sim; não, não” porque a religião (do homem) diz.
Sem argumento e a Palavra de Deus em nosso coração, não vamos a lugar nenhum.
Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus, para que não vos despedace, sem haver quem vos livre. O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus. (Salmo 50:22-23)

diego marcell - razões para a nova reforma

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A IGREJA E A IGREJA



Religiosidade é puxa-saquismo espiritual, tentar agradar a Deus com obras e condições humanas; roupas, estereótipos, amuletos e coisas exteriores; mas Deus esquadrinha o coração humano, Ele quer pessoas sinceras e não bajuladores.

Você não pode agradar a Deus com sua doutrina, mas Deus pode te dar um coração de carne, se você for sincero. Seja você mesmo, Jesus veio para nos libertar, enquanto a religião foi criada para aprisionar e cegar o homem.

A igreja de Deus é feita de homens de coração quebrantado, de alma sincera e espírito livre; a igreja de Deus não é de tijolos, não tem nome e não foi criada por homens; a igreja de Deus é perceptível no mundo espiritual e não é vista de maneira pejorativa como alguns homens apresentam e desejam que ela seja. A igreja de Deus é movida a fogo, mas o fogo que existe para favorecer a outros, e não um fogo barulhento e de pouco proveito como alguns templos evangélicos apresentam por aí.

A igreja de Deus tem a sabedoria do céu, a riqueza do céu e a grandeza humana do céu; ser humano é divino, pois foi para nós que tudo foi criado, e além de nós sermos a obra-prima de tudo que foi criado, o próprio Deus se fez humano para se colocar em nosso lugar, nos capacitando a aceitação espiritual do plano perfeito do Criador. E Esse Criador, que eu não preciso fazer qualquer apresentação, pois tudo que está dentro da nossa capacidade já foi dito e ainda assim não foi suficiente para defini-Lo, Esse Criador através de um Amor que é Ele próprio, e seu plano perfeito de salvação de que falei anteriormente, foi por este plano que Ele nos deu uma filiação não merecida, mas desejada, fazendo-nos então, detentores de algo maior que toda criação, que é a vida eterna, através de Jesus Cristo, a Personalidade que possui em Seu Nome o poder de mandar e desmandar em qualquer lugar desse infinito cosmo.

Então a conclusão lógica que chegamos: somos mais do que servos, somos amigos dEle, Jesus, cujo nome é o nome mais forte e poderoso em todo e qualquer lugar que existe ou que venha a existir; e nós somos a Igreja, também pode-se traduzir que somos o templo que habita o Espírito Santo, então devemos saber que depois do nosso novo nascimento, passamos a possuir a essência divina que nos capacita a sermos os representantes do céu aqui na terra, mas não para sermos como extra-terrestres de filme de ficção em meio ao povo, mas pelo fato de sermos humanos como eles, nos apresentamos da mesma forma e vivemos a mesma coisa, porem, no mundo espiritual é que temos vestes celestiais e um selo que nos distingui; e isso não tem nada de religião, isso é dádiva; não há imposição, não há barganha e não há sacrifício; mas há graça, liberdade e paz.

COMPLEMENTAÇÃO

Vocês podem estar pensando que estou defendendo um tipo de igreja que tem por aí, que se designa a única correta por não possuírem nome e por aparentemente parecerem com a igreja primitiva. Porem, ao se designarem a forma correta de igreja, elas já segregam o evangelho a elas mesmas. Ao se fecharem em um grupo, já se definem como uma igreja especifica, da mesma forma das que possuem placa, elas não deixam de ser uma denominação só porque se intitulam não-denominação, uma maneira um tanto hipócrita de instituir em nome de Deus uma igreja regida por homens, pois ao seguirem alguns homens e livros específicos, já definem suas próprias doutrinas, e ao negarem toda forma que o evangelho está sendo pregado pelo mundo, já estão julgando pessoas que são realmente usadas por Deus. “Quem comigo não ajunta, espalha” é o melhor exemplo de que a Palavra não tem restrição; e a Bíblia nos da exemplos variados e não idênticos, como estes que estas igrejas querem mostrar.

Como podemos negar as formas tão diferentes e até absurdas que Deus vem usando nestes últimos tempos para alcançar pessoas de todas as tribos, línguas, raças e nações; negar este evangelho pregado de maneira “louca” para loucos, é negar a criatividade e o poder do Espírito Santo que não faz acepção de pessoas, mas ama os de coração puro. Eu vejo a honestidade destes que se apresentam de maneira estranha, de maneira que gera exclusão aos olhos dos homens, mas também vejo a mesquinhez e o orgulho nos corações destes que se apresentam engravatados e detentores da verdade, que usam a Palavra para acusar, para proibir e para esculachar e zombar dos outros, ao invés de aceitar pelo amor de Cristo que por Ele mesmo não julga pelo que nossos olhos avistam.

Dizer que a mulher não pode ensinar, que desta forma ou daquela não pode, que não pode ter pastor, que o Espírito Santo não age desta forma (como se alguém pudesse dizer como o Espírito Santo age) e inúmeras “doutrinas” ensinadas por esta igreja que se considera a não-igreja e ao mesmo tempo a Igreja-Certa. Quem são eles para limitar Deus? E porque de uma hora para outra se levanta num lugar a visão do evangelho verdadeiro? Então Deus dá uma visão de algo tão grande a meia dúzia de filhos?

É para acabar com este papo infantil espiritualmente que invariavelmente nos vem ao encontro constantemente; já que não é igreja que fala comigo, nem homens, mas sim Deus através da sua maior revelação. São os frutos e a forma e a suavidade ou a arrogância dos meios que me provam quando é Deus agindo ou apenas homens que usam Seu nome, e quem da essa e outras diretrizes para descobrir a verdade é a Palavra, ou seja, a própria Verdade.

Repito, a Igreja de Deus não tem nome, nem placa, porque ela é feita de pessoas; é impossível agora querermos transpor isso ao material e querermos destruir os templos e voltar a igreja primitiva; os tempos são outros e se existem igrejas com placas é porque há diferenças de ministérios, e gostos, e vontades, e garanto que na igreja primitiva era igual, por causa da cultura dos lugares e das pessoas que influenciavam na forma de levar ou de ser o ministério, só ainda não havia nome, porque tudo era muito novo, ainda estava sendo formado o cristianismo; nós somos individuais e cada igreja é compatível com um tipo de pessoa, porem o Espírito é o mesmo; o maior erro é sair dizendo que um é melhor ou mais correto que o outro, se está dentro do projeto de Deus esta é a igreja de Deus; mas a Igreja, esta sim é uma e não existe placa, é a Noiva de Cristo, mas esta é compatível no Espírito de Amor e não no corpo perecível, Deus não fez robozinhos, Deus nos fez especialmente únicos.

diego marcell - razões para a nova reforma

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

FARISEUS DO SÉCULO XXI




Qual lado eu olhe, vejo a falta do pensamento e da mensagem de Jesus. Numas igrejas tradicionais que se fecharam na “sua verdade”. Numas igrejas pentecostais que se fecharam na sua “perfeição”. Numas igrejas movidas a dinheiro que se fecharam no seu “poder”. Tudo isso me leva a crer que Deus não está nas igrejas, nem há tantos povos de Deus como o IBGE registra, já que o Espírito de Deus habita em corações sinceros e sem preconceito, já que Ele reflete amor e não julgamento, liberdade e não cadeias, sabedoria ao invés de tanta ignorância.
Convivendo com tantos “crentes”, começo a dar razão a aqueles que não suportam um. Pois com tanta loucura pregada por esse povo que não reflete em nada o Deus de Amor, nem o Jesus dos evangelhos; de que maneira esses evangélicos vão atrair pessoas a Jesus, mostrar a salvação, se sua religião é hipócrita o suficiente para afastar aquele que não conhece?
Estão presos, cegos em um mundo inventado por “grandes” nomes da religião evangélica. Quantos paralíticos andaram através da oração de um Davi Miranda, para agora aprisionar o coração e a mente numa paralisia causada por uma doutrina radical que transforma pessoas menos capazes de digerir informações em extremistas religiosos, quase muçulmanos “gospel” (o que já não é tão paradoxal assim).
Eu choro por esse povo, porque seus corações podem estar mais podres que o de qualquer outro que nunca ouviu falar do Salvador. Por estarem arraigados nesta loucura. Pode até ser que toda essa minha expressão literária não surta efeito, mas se querem permanecer cobertos por este véu, que fiquem; mas não perturbem os filhos de Deus que são livres, com um satânico julgamento com palavras inflamadas de veneno. Pois reino dividido não subsiste.
Nestes momentos eu percebo um pouco do que era para Jesus aquelas atitudes e palavras dos fariseus de seu tempo. É a “Deus é amor” e a Adventista do sétimo dia (entre outras) dos dias de hoje.

diego marcell - razões para a nova reforma

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A PEDRA DE TROPEÇO DA RELIGIÃO



Mt 18:6-7

Se a tua religiosidade faz o mundo tropeçar; se a tua religiosidade reflete de forma contraria naqueles que buscam a Deus, mas ainda não encontraram; se a tua religiosidade aprisiona ao invés de libertar; se a tua religiosidade causa nas pessoas algo contra Deus, então melhor seria se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar.

Porque o mundo não suporta estes “crentes” estereotipados? Porque são a pedra de tropeço dos homens; porque não usam da sabedoria que os discípulos de Cristo usavam para alcançar o publico alvo. O mundo quer conhecer Jesus, mas quer distancia desse povo bitolado que pensam serem eles os representantes de Deus na Terra. Acham-se exclusivos na sua igreja que jorra profecias e línguas estranhas, mas não passam de crentes inchados.

Mt 18: 3-5 – provavelmente você sabe décor este texto, mas não tem o seu sentido arraigado em seu coração. Ser honesto e maleável como uma criança. Possuir conversão verdadeira em si e não na sua roupa ou cabelo. Receber as crianças da mesma forma e não criticá-las como esse povo “perfeito” o faz.

“E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.” (Mt 11:6). Para o mundo esse tropeço é a religiosidade dos evangélicos, suas prisões conceituais, seus egos eclesiásticos, seus meios terrenos para fins celestiais, suas interpretações ao pé da letra das parábolas do Mestre. Não pedem ao Espírito, não se esforçam para crescer, estagnam na vontade do seu pastor e não na profundidade da mensagem de Cristo.

Mas a estes religiosos evangélicos Jesus deixou um recado ainda em seu ministério terreno. Mt 15:3 “Porque transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição?”

diego marcell - razões para a nova reforma

domingo, 1 de agosto de 2010

DESCULPA PARA SER IGNORANTE



Muitos cristãos usam de desculpa para não estudar, a perda de espiritualidade. Alguém me de uma referencia bíblia para isto. Pois na Palavra toda o que se vê é totalmente o contrario.

Jesus é a Sabedoria, e muitos cristãos se enquadram numa mensagem para ímpios, para aqueles ímpios que quiseram permanecer em trevas para seus pecados não serem revelados; quanto aos cristãos, não se refere bem ao pecado em si, mas a negligência, que não deixa de ser algo inaceitável para Deus.

O cristão para buscar conhecimento deve ser uma pessoa ousada e corajosa, já que adquirir o conhecimento implica em uma responsabilidade, porque o erro se torna consciente; por isso muitos preferem continuar ignorantes, não querendo assumir então o peso das verdades reveladas, não dando mais para usar a desculpa de não saberem, pois deste modo estariam mentindo, e nisso suas consciências apontam invariavelmente pesando no cristão.

Outros preferem o conhecimento raso, para não precisar de uma preparação tão teórica, dizendo que o Espírito basta na mensagem; claro que sem o Espírito nada flui, mas se for só por Ele, então você não tem o porquê de ser o representante de Deus para os homens, para isso você precisa ter o que passar, dar embasamento e associar a nossa realidade a mensagem divina, pois nem todos os ouvintes são culturalmente iguais a você. Você precisa dar fundamento não apenas bíblico, mas cientifico, para que pessoas racionais não pensem que o que você está falando são historinhas fictícias, principalmente neste mundo cheio de informações que estamos; nós como cristãos devemos necessariamente acompanhar a evolução, Deus nos colocou neste tempo para pertencermos a ele, e não para pregar o evangelho da forma que nossos avós e pais pregavam; para falarmos o vocabulário do século XXI, para levar a palavra e com a própria ajuda que a ciência tem dado para nós de embasamento das provas bíblicas e do próprio Deus.

Se antigamente as pessoas podiam ser levadas a Deus pela falta de conhecimento cientifico ou cultural; hoje é o processo inverso, elas podem ir a Deus pelo excesso de conhecimento cientifico e cultural, pois a ciência só leva a Deus, e na falta de respostas para problemas físicos, emocionais e conseqüentemente espirituais, que apesar de tanta tecnologia e evolução no campo da medicina, ainda não consegue resolver, porque só o Criador realiza milagres, o impossível sempre será possível para Ele, há coisas que não mudam, como o próprio Deus; conflitos humanos e depressões são milenares, e o mesmo Espírito que agia nos profetas para falarem ao povo, hoje está em nós, porém as diferenças culturais dos profetas também são evidentes na historia, como deve ser hoje. O que é imutável, isso nós devemos adquirir em primeiro lugar, ou seja, o nosso Senhor e o Seu Conhecimento; mas o mutável deve acompanhar a nossa estadia temporal no planeta, não podemos ser seres estranhos em meio aos humanos, falar uma língua primitiva, mas precisamos estar no nível para mais, para sermos usados com liberdade pelo Espírito Santo, fazendo que se cumpram os propósitos do Pai.


diego marcell - razões para a nova reforma

sexta-feira, 30 de julho de 2010

UMA VELHA LIÇÃO AINDA NÃO APRENDIDA



Quanto mais se fecham nos seus, mais longe estão de Deus. Quanto mais trabalham nos sãos, menos galardões recebem pelos doentes. Quanto mais escolhem seguir uma idéia doutrinaria, menos ouvem a voz criativa do Espírito Santo. Não importa como você se apresenta, igreja, grupo, segmento..., não pertence a universal expressão de amor divina, não passando de uma bolha de ego. “Falou João e disse: Mestre, vimos certo homem que, em teu nome, expelia demônios e lhe proibimos, porque não segue conosco. Mas Jesus lhe disse: Não proibais; pois quem não é contra vós outros é por vós.” (Lc 9:49-50). Lição que os discípulos aprenderam a muito tempo, mas que os muitos religiosos ainda não sabem; a Bíblia não é a bússola deles, e sim o fundador (o homem) das suas bases religiosas. Do versículo 37 ao 62 de Lucas 9 vemos a demonstração da futilidade de querer salvar-se; os discípulos egocêntricos e impotentes são contrastados com o Cristo poderoso e desprendido, que novamente anuncia sua morte. A conseqüência do egoísmo dos discípulos foi o conflito entre crentes, entre grupos e entre raças. A única solução é abandonar o ego, abandono que se manifesta na dedicação sincera ao reino de Deus.

Há tanta certeza que cheira a ignorância. Mistérios fazem parte de tudo que nos cerca, como podemos afirmar segundo uma suposta revelação. Tantas revelações individuais e desconexas não podem produzir um segmento representativo para caminharmos aqui na terra. O evangelho puro e emanado de Cristo não é o que a grande nação evangélica decide seguir, mas um evangelho apócrifo que se reinventa a cada século, ou que se cria em lugares distantes, oriundos de um pensador que tira da sua extrema reflexão a respeito dos ensinos bíblicos, teorias cheias de sentimentos intrínsecos a sua criação, influenciados por seu histórico e recheados pela criatividade de uma mente trabalhada e flexível; flexível o suficiente para dominar os que carecem dessa capacidade intelectual de que suporta o referido “mestre”.

O povo “evangélico” conhece todas diretrizes e mensagens bíblicas décor, mas pouquíssimos as tem fundido com seu ser, a ponto de viver aquilo que é expresso por palavras, que se tornam vãs apenas. Que cada leitura seja uma experiência genética, uma metanóia a cada linha, só o que se transforma constantemente é digno de ser chamado cristão; buscar a face de Deus, conhecer o caráter Divino, conhecer a fundo como era o Cristo aqui na terra entre os homens, e não só mais um retrato midiático ou opinativo, uma visão particular, unilateral e limitada que se expande e depois se enclausura em segmentos religiosos inquisitores de uma idéia adquirida por homens pouco sensíveis ao Espírito Santo, que necessitam de revelações alheias para “seguir” a Deus.

Enquanto uns vivem a teologia da prosperidade e outros fazem voto de pobreza; enquanto uns usam um pouco das escrituras e outros usam o outro pouco que aqueles deixaram, eu prefiro usar tudo, pois há tempo para tudo, momentos, lugares e épocas em nossas vidas para extrairmos coisas específicas das escrituras, ou recebermos do Senhor a palavra certa, independente da vontade ou ensinamento de qualquer líder religioso. Buscar a vontade verdadeira de Deus sem influência humana estando arraigado a algum líder é praticamente impossível, a não ser que Deus te tire e te revele algo que possa até ir contra algum principio doutrinário que você segue. Do contrario, você deve ter por cabeça e mestre apenas o Senhor Jesus Cristo e sua pura, porém profunda mensagem Mt 23:8-10.


diego marcell - razões para a nova reforma

terça-feira, 27 de julho de 2010

AOS EVANGÉLICOS




As pessoas estão procurando templos físicos, placas de igreja, estão procurando homens, lugares para satisfazerem suas vaidades e para melhoras físicas e mentais; uns encontram-se em palavras proféticas, mas será que buscam fazer e conquistar? Outros procuram cura física e bênçãos, mas pensam no espírito e em levar a benção aos que não conhecem a Cristo?
Quantos estão evangelizando de coração puro e não com segundas intenções; em preencher os bancos vazios da sua igreja?
Estou cansado do crente ignorante, do crente de fachada, do crente acomodado. Aprenda com os grandes homens de Deus, leia sobre eles e o que eles fizeram e falaram, pois esses se espelharam em Cristo, mas ainda assim foram falhos; então análise sua vida e compare com um ímpio para ver se na essência não é a mesma coisa.
Se você não buscar crescer, se não adquirir conhecimentos, o Espírito Santo não poderá te usar, pois estará fraco e despreparado, sem conteúdo para ser usado. Seja um vitorioso, um grande nome para Cristo alegrar-se com sua dedicação e te abençoar com maravilhas.

diego marcell - razões para a nova reforma

sábado, 3 de julho de 2010

PREFÁCIO - para a Nova Reforma



Para falar o que tem que ser dito como base para conversão ou novos convertidos existem muitos capacitados. Todos já falaram, falam e terá cada vez mais quem fale. Eu quero ir onde nunca vi ninguém, apesar de saber que deve haver alguns, tão solitários que nem chegaram até meu conhecimento.
Esta carta foi escrita primordialmente para ser entregue a um grupo de louvor especifico.
Deus nos criou com individualidades, e isto é especial para Ele. Cada um de nós possui uma maneira ímpar de adorá-Lo, como Ele nos deu gostos particulares, porém neste imenso planeta haverá milhares de pessoas com gostos parecidos com os nossos e isso não é por acaso. É nessa concordância que o Pai nos usará para buscar as outras almas que ainda não O conhecem.
Deve ter algum motivo dEle ter me colocado onde estou hoje. Mas também há uma razão para cada história que foi feita. Há uma razão dEle ter me colocado filho dos meus pais, naquele bairro, ter estudado naquela escola, ter vivido e presenciado aquelas coisas; isso formou em mim um conceito, que não é mais certo ou mais errado que o teu, ou de outra pessoa, apenas diferente, e essa minha diferença para muitos, alcançará compatibilidade em muitos outros.
Então o que eu quero dizer é que o que faz com que nosso coração se alegre em nossa forma de adoração, também é aquilo que um dia aprendemos e se fez agradável a nós, sendo assim, não por acaso, Deus se alegra e recebe nossa adoração, porque ela saiu do nosso coração com verdade de sentimento, nossa forma que até parecerá com a de alguém adorar, mas sempre será única, como Deus nos criou, únicos.
Por isso venho pedir, na mais humilde opinião: vamos nos respeitar, vamos dialogar para buscar a compatibilidade em nós, vamos evitar falar dos outros por mais graves que sejam os erros que nós achamos que sejam cometidos, pois nós sabemos que cada um colhe o que planta, não precisamos acusar ninguém; vamos unificar nosso louvor para ser um só coração, um só coro; agora é a hora de juntar as individualidades e ver o que encaixa na proposta e juntar forças; juntar vozes em oração; mas não adianta o espírito se conhecer e as pessoas serem estranhas umas das outras, deve haver compatibilidade aí também, intimidade da igreja também com a igreja.
Deus me deu uma cabeça que pensa grande, projetos gigantescos, que ainda precisam de preparação, mas Ele me deu coragem para arriscar, Ele me designou uma obra não para a igreja, mas para o mundo, eu vejo um numero enorme da classe média baixa se convertendo, mas vejo os intelectuais morrendo na sua ignorância, e será que suas almas frias e arrogantes não têm valor? Eu quero falar a língua do jovem, do gay, do estudado e quero que Deus me capacite para isso. Surpreender aquele que sempre ignorou as coisas de Deus, mas quando acontecer na sua frente, não terá como fugir. Chega de se preocupar com o umbigo, com o que é bonito, não adianta encher-se de poder e não sair à rua. Se não amarmos a todos como Deus nos amou, nada funciona. Nós devemos estar no mundo, não como algo de lá e diferente, e sim como algo de fora que veio para ser a luz, porque o que seria deles e até de nós mesmos a um tempo atrás se Deus não usasse os seus homens aqui na terra como instrumento do Espírito? Vou me fazer de tolo, com os tolos; vou falar como o sábio, com os “sábios”; vou respeitar os velhos, para eles me ouvirem; vou entender os homossexuais, para eles me aceitarem; vou ter que conhecer de tudo para não perder oportunidades; vou ter que ser bem mais cara de pau, mas eu chegarei lá. Espero que vocês entendam e aceitem a mensagem, respeitem os diferentes universos de cada um, se perguntem mais e dêem menos opiniões e assim chegaremos mais perto de ser um corpo. Deus os abençoe.

diego marcell

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Razões para a nova Reforma


Com o passar dos anos as coisas perdem seu sentido original, assim como a igreja Católica Romana um dia precisou de reforma, hoje a igreja evangélica passa por isso.
É tempo de voltarmos à essência. E Deus está levantando uma nova geração santa, livre, ousada e capacitada.
“É isto uma parábola para a época presente; e, segundo esta, se oferecem tanto dons como sacrifícios, embora estes, no tocante à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto, os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma.” (Hb 9: 9-10)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Somente Cristo



Somente Cristo é a nova base da igreja (é o que deveria ser sempre). Proponho um exemplo doutrinário que se baseia na não conformidade do mundo e na diversidade. Se hoje as mulheres homossexuais não usam jóias, mulheres que gostam de parecer belas e buscam uma auto-estima que a faz feliz, encham-se dos mais brilhantes acessórios. É claro que não quero radicalizar a igreja como muitos fizeram, nem desejo que este tipo de coisa seja seguido, mas continuo defendendo o estilo individual de cada um.
Deus nunca anulou culturas para estabelecer seu reino na terra. Cultura extra-religiosa ou redefinida em seus significados (principalmente na Era avançada que vivemos) não interferem em nosso culto a Deus, inclusive tornam mais verdadeiro pelo sentimento impresso através do adorador.
Proponho a Bíblia do século XXI, escrita por Cristo em nossos corações, ou melhor, nem sou eu que proponho, ela sempre existiu em todos que foram simples e dedicados a ouvir a voz do Criador.
Deus se revela na diferença, e aqueles que assumem acima de tudo em suas vidas Jesus Cristo como Senhor e Salvador expressam na atitude social a presença do Espírito Santo em seu meio, em seu estilo de vida.
Muitos homens de Deus que marcaram época não escaparam da sua falha humana em interpretações das escrituras. Alguns vivem bem com as limitações que eles mesmos ou outros impõem, mas porque não viver a verdade completa? Isso é limitar Deus, ou generalizar uma vontade em decorrência de sua fraqueza em algum ponto. Esses resquícios humanos de pequenas normas vão acumulando e inevitavelmente impedirá alguém de se chegar a Deus, não podemos nos dar ao luxo de sermos displicentes com a sua obra, devemos cortar as arestas que não pertencem à vontade de Jesus para sua igreja. No reino de Deus não existe porcentagem já que cada alma é de valor incalculável.
Proponho um estudo tricotômico em relação a Jesus e seu evangelho. Sendo que ninguém duvida da autoridade bíblica, mas diferem nas interpretações. 1º passo sem dúvida é o espiritual, se você está embarcando nesta, deduzo que o lado espiritual seja a primeira evidencia disso. 2º filosófico, se não obter este é impossível sair do primeiro, já que a tua capacidade de filosofar é que te dará liberdade para buscar a verdade por mais profunda que ela seja, mas o que vai garantir o sucesso do segundo passo é a firmeza do lado espiritual, que te permitirá desconstruir os mitos e ainda sim chegar mais perto de Deus. 3º é o racional, o sucesso do segundo passo fará o teu racional compreender a essência de Deus e isso será o complemento para o 1º passo, já que abrirá possibilidades espirituais para sua vida.
Mas tudo isso só funciona com a disponibilidade total para o novo. Isso aqui não é uma formula mágica, isso é um passo natural executado sem saber desta teorizada, e realizado por grandes homens de Deus que foram instrumentos de verdadeiros avivamentos, que só acontece quando a mudança começa dentro do homem.
Assim como as escrituras, você não precisa saber disso racionalmente, na prateleira de livros ou na ponta da língua; você precisa ter isso no teu Ser, de forma inexplicável, porém prática para a vida, que você não pensa ao fazer, mas faz parte dos teus princípios mais acusadores da alma.
Em ti tudo deve ser para a glória de Deus.


Diego Marcell 23/03/10

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails