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quarta-feira, 6 de julho de 2011

O porta jóias, O porta malas, O...


Eu guardo entre mãos, calor de noites explícitas, razões de histórias epífitas, agora sem o menor valor. Guardo jóias enferrujadas, ensino de escola, beijos sem gosto, brincadeiras sem alma que pintam o chão de cores tristes, mas que por algum motivo guardo sem intenção. Também guardo o inolvidável que ainda não entendo, talvez por isso haja a necessidade dessa histoplasia fictícia ainda, ou não; para ser real, ou não.

Eu guardo laços, eu desato.

Eu guardo novidades antigas, eu levo o futuro.

Quero saber me perder.

Já nas minhas perdas, foram boas, mas será que hoje elas me serviram? Será que a de hoje não me servirá amanhã? Será que dúvidas são respostas?

Será que eu guardo o que eu guardo no que eu guardo na hora de guardar o lixo, o trapo, as coroas, os países, os cenários?

No meu personagem o que importa é calar, então estou fugindo dele para escrever; não quero nunca esquecer de voltar, não quero nunca me esquecer lá também. Ou talvez sim.

Diego Marcell 20/10/06

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Memórias do Meu Mundo


Sinopse

Raquel acorda assustada de um sonho bizarro, porém no decorrer do seu dia ela vê que o sonho foi apenas uma parte das bizarrices que ainda estavam para acontecer.
Sem reconhecer as pessoas na rua e tendo apenas a lembrança do namorado e seu grupo de amigos, tem fragmentos de memória da noite anterior (ou das noites) conforme as coisas vão acontecendo com ela.
Memórias do Meu Mundo entra numa reflexão psicológica que nos leva a pensar aonde os envolvimentos dos seres humanos com drogas e outros 'mundos', sem conhecimento, podem levar; transformando a mente em um reduto irreconhecível para a própria pessoa. O filme também traz uma linguagem que segue a mente da personagem. Limitada em recursos técnicos, faz uma viagem psicodélica de imagens estimulando raciocínio audiovisual, obrigando o telespectador a uma entrega total ao jogo e a idéia do filme.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A arte de Diego Marcell


Criar uma ficção sobre uma imagem capturada da realidade é mais do que a não realidade do documentário, é mesclar ainda mais ficção e realidade, fazendo a arte de sensações visceral.

É a maneira artística de expressão do século XXI, a liberdade da arte que se confunde com a vida, assim como a vida do louco que vive em sua ilusão, ou os reality shows que se tornam objeto de debate na TV e fóruns. Isto é um paralelo analítico.

Já chamei de pseudo-documentários, ou supostos vídeos caseiros de ficção, mas não é só isso, pois a inserção de artes plásticas, dramaturgia e registros de lugares e fatos em momentos ao acaso, mesclam-se a uma obra de arte que ainda pode ser fragmentada, reciclada ou exposta da mesma forma que foi gerada.

Incluo todas estas criações em uma forma e uma arte. Tudo se completa. E todo fragmento pode ser obra única, fica a critério do outro.

Diego Marcell 05-01-09

domingo, 16 de maio de 2010

Modertrô


estou disponibilizando todo material de arte Modertrô no blog MODERTRÔ
além dos videos que já se encontram no youtube/biroujay
estarei colocando poemas do genero e o ensaio que deu origem a ela.

CONFIRAM!!!

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