quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A conquista de Marina




Sempre tive meus eleitos, favoritos e odiados entre políticos e partidos. Porém pela primeira vez me vejo apaixonado por um ideal, por uma pessoa, por sua política, por sua proposta e sua sinceridade, a confiança e a verdade que me passa.

Marina extrai de seu ser a responsabilidade e a luta por sua nação, por nossa nação, justiça está marcada em sua pele, isso me fez pela primeira vez ter a iniciativa de vestir uma camisa, e vesti por amor, por saber que ali não há mascaras, nem segundas intenções.

Sempre fui político em meu discurso, nunca fui partidário, mas dessa vez ouso vestir-me de verde em nome de uma mulher que pela primeira vez gerou em mim a totalidade da confiança em assumir meu voto por esta luta pelo futuro real do Brasil.

Diego Marcell

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Os crentes e a religião de Narciso




O ar de superioridade dos pastorzinhos, obreiros e fiéis das igrejas evangélicas, principalmente das chamadas “pentecostais”, é o seu atestado de ignorância, sua confissão de pouco conhecimento da vontade do Deus que eles dizem seguir, são a aclamação do erro que optou em seguir aqueles que se acham superiores, escolhidos, quando não passam de narcisistas da religião.
Os dualistas da vida, que sacralizam os seus oradores e os seus produtos, sacralizam o padrão, o estereotipo, sacralizam suas mentiras em nome da suas ilusões religiosas. Pouco sabem de bíblia, possuem pouquíssima cultura, não conhecem suas origens, não conhecem aquele a quem chamam de Deus. Por isso seus rituais são narcisismos sacros.
São preconceituosos, são juízes, não cuidam das suas vidas para gastar seus momentos cuidando das dos “irmãos”. Usam a religião como uma fuga do que nunca puderam ser, ali eles encontram o status que jamais teriam na sociedade e por isso a demonizam. Na religião deles, trocaram Jesus Cristo e seus ensinamentos de amor, pela vingança do Senhor dos Exércitos. Esses crentezinhos que querem ditar a ordem do mundo quando não conseguem nem sustentar o próprio desejo, narcisistas religiosos, é o que são.


Diego Marcell
20-09-10

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Espírito de Pastor




Me enviaram por e-mail o texto abaixo, escrito pelo Caio Fábio. Trata-se de uma boa reflexão e exortação sobre o tema do ministério pastoral. No Projeto 242 temos seguido por esse caminho de desmistificação de cargos e funções desde o início. Às vezes, aparece entre nós pessoas possessas por esse “espírito pastoral”, mas logo percebem que vieram ao lugar errado e partem em busca de outros pastos menos avisados.

*******

“Pastoreai o Rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho.”
Na Primeira Carta de S. Pedro 5:2-3

Um depoimento e um conselho

Há uma coisa que deveria ser pejorativamente chamada de “espírito de pastor”, e essa tal coisa é uma casta existencial difícil de deixar a gente.
O fato é que há muita gente “possessa desse espírito”, o qual tira da pessoa a possibilidade de ser ela mesma, fazendo dela um clone psicológico de um modo de sentir completamente artificial, e sem espontaneidade humana com os outros e com a própria pessoa.
Eu só tinha 18 anos e meio, e era apenas um menino amante de Jesus. Pregava em toda parte. Não queria ser pastor e nem ordenado. Desejava apenas pregar, e pregava. Aos 21 anos, me ordenaram, mesmo sem que eu tenha aceitado as imposições da denominação para ordenar ministros.
Então, logo começaram a me chamar de “Reverendo”. Aquele garoto livre, agora, de súbito, da noite para o dia, era o “Reverendo Caio”. Aí o tratamento passa a mudar: O melhor lugar na casa, na mesa, na sala, no salão, no aniversário, no funeral, nas festas de casamento, nas bodas, etc. As pessoas começam a ver o “sacerdote”, o homem diferente dos homens, o santo, o ungido do Senhor, o anjo da igreja…; e também se percebe que as pessoas mudam com você; mas raramente se percebe que depois de um tempo, muito suave e lentamente, você também aceita a mudança que fizeram acerca de você. Ora, é aí que nasce o “espírito de pastor”!
Então, começa a transformação do ser humano numa figura totêmica, um totem erguido para a manutenção de tudo: Ele é santo pelos outros; é puro pelos demais; é quem não se diverte pelos que se divertem; é quem não fica doente para poder curar; é quem “estuda Deus” e “entende de Deus”, a fim de poder explicar; e é quem é exemplo para se fazer clones comunitários. Se ele não casa os que se casam, eles se ressentem e magoam. Se ele está viajando quando alguém morre, ele abandonou o moribundo. Se ele está de férias, a igreja pode esvaziar. Ou seja: sem ele, nada do que foi feito de fez ou se faz! Vivendo sob tais responsabilidades e honras, o indivíduo vai virando pajé e não sente. Ou, em muitas ocasiões, passa a gostar mesmo de ser essa figura totemizada para a “igreja”.
Ora, é nesta necessidade que o povo tem de ter “sacerdotes” e “figuras cultuadas”, que tanto os bem intencionados se corrompem entregando-se ao “espírito de pastor”; como também os lobos se aproveitam e tiram as carnes do rebanho.
De fato, os ministérios pastoral, episcopal, apostólico ou de qualquer outra natureza já carregam em si próprios o germe do poder desse imantamento espiritual. As pessoas olham para qualquer desses “seres” — “ungidos” formalmente para tais posições —, como “ungidos do Senhor”; aqueles contra os quais não se pode ter uma opinião, pois, em assim sendo, Deus mesmo punirá os “rebeldes”, ou “hereges”, ou “desviados”. Imagine quanto poder isto significa! Ali está um homem que é visto como “o homem de Deus” no meio dos demais homens “normais”, e, de tal projeção, pode nascer apenas o “pastor clerical”, como também pode vingar qualquer maluquice!
Eu tenho por certo que todos os modos de clericalismo são malignos em relação à saúde do indivíduo que carrega o peso cultural dessa “posição”.
E a comunidade também fica adoecida! Sim, porque enquanto ela vê o líder com tais olhos, ela não cresce; ao contrário, se infantiliza; e jamais aprende a andar com as próprias pernas.
Ora, o verdadeiro pastor cuida, não domina; ajuda, não controla; alimenta, não explora; só se faz notado em caso absolutamente necessário; e deixa a porta aberta, de tal modo que todos entram e saem e acham pastagem.
A analogia do Bom Pastor em João 10, todavia, é perfeita no seu todo apenas em relação a Jesus, e a mais ninguém. Isto porque em relação a Jesus todos nós somos apenas ovelhas do rebanho.
Porém, em relação a nenhum “outro pastor”, nós devemos ser “ovelhas do rebanho”; posto que ser ovelha de Jesus já nos põe na condição de só ouvir a voz de um homem se ela for de acordo com a Voz do Único Pastor; do contrário, a ordem de Jesus é para não “seguir a voz do estranho”, pois somos o Rebanho de Deus.
Portanto, o verdadeiro pastor de homens é apenas mais um do rebanho único, sendo somente uma ovelha que já se deixou ensinar um pouco mais pela voz do Único Pastor. É na Sua fidelidade e reconhecimento à Voz do Pastor que ele se qualifica para ser pastor entre ovelhas, pois, conforme Pedro, ele se torna “modelo do rebanho”.
Assim, é o caminho da ovelha seguindo o Pastor, o que a torna uma ovelha-pastor; visto que seu passo e obediência estabelecem referência para as demais.
O problema é que alguns “pastores” e clérigos pensam que são os “Jesuses” da comunidade; e, diferentemente de Jesus, transformam-se nos lobos que não amam as ovelhas, mas apenas os privilégios e poderes que delas “arrancam”.
E como agravante, a “igreja”, por ser pagã ainda em sua essência, precisa desses “pastores tiranos”, pois, como associam a “figura clerical” ao “representante de Deus”, sentem-se objeticamente mais seguras se têm um déspota dizendo o que fazer, o que não fazer, com quem casar ou não, e quem é quem.
“Não é assim entre vós!”— disse Jesus!
Foi por esta razão que Jesus tirou as roupas de cima e se cingiu de uma toalha e passou a lavar os pés dos discípulos. Sim, porque liderar é, sobretudo, poder lavar pés e servir em nudez.
Na realidade, além de tudo o que o gesto de Jesus ensina, nele também vemos o modelo existencial do significado da liderança: O líder serve em revelação de sua humanidade. E os liderados são servidos aceitando a humanidade de quem lidera servindo de modo humano. E Jesus disse a Pedro que ou seria assim, ou Pedro não teria parte com Ele!
Somente quando os líderes tiverem a coragem de fazer como Paulo e Barnabé, que rasgaram as roupas e expuseram sua nudez quando foram chamados de “deuses”, é que aqueles que crerem no que as lideranças disserem, não ficarão ainda mais adoecidos de idolatria.
Hoje se dá o contrário da experiência dos apóstolos: a maioria dos líderes faz todo o possível para passar por deuses; e, o povo, vai se ameninando na fé, apenas trocando de “pai-de-santo”, ou de pajé ou de sacerdote; porém existindo sob a escravidão da espiritualidade da idolatria; adorando e servindo a criatura, mesmo que se vistam de pastores, bispos ou apóstolos.
No Caminho nós temos buscado diante de Deus e conforme o Evangelho, quebrar todos esses paradigmas totêmicos. Sugiro que todos, em todo lugar, e com todo bom coração, assim o façam também, em nome de Jesus, o Bom Pastor!

por Caio Fábio

fonte Rev. Sandro Baggio

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Justiça Social





“Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade. “
Paulo Freire.


escolha uma presidente que possa fazer a diferença, que possa promover a justiça social, antes da caridade, antes do auxilio (falso e dissimulado auxilio) aos menos favorecidos... que continuaram para sempre sendo menos favorecidos, excluidos, marginalizados e sem futuro ... vivendo apenas um presente mesquinho!

NÓS PODEMOS FAZER A DIFERENÇA
NÃO INTERESSAM AS PESQUISA
A CONVERGENCIA COSMICA DO PT
O PODER DO PT
A VONTADE DO PT
A FORÇA DE CORRUPTIBILIDADE DO POVO PERANTE O PT
....
NÓS SOMOS QUEM PODE FAZER A DIFERENÇA
NÓS DEVEMOS FAZER A DIFERENÇA

NÓS VAMOS FAZER A DIFERENÇA!!!

pra quem é intelectual, pra quem tem conteúdo, pra quem sabe fazer análise critica e julgar baseado em fatos reais e não em pessimismo ou otimismo...

fonte Keel_z

terça-feira, 14 de setembro de 2010

o deus domesticado



“Quem crê na soberania de Deus, crê, forçosamente na contemporaneidade dos dons espirituais. (…)
Eu vejo uns calvinistas por aí: – a soberania de Deus… Eu pergunto: ‘Você crê na contemporaneidade dos dons espirituais?’
- Ah, não! Passou! Deus não age mais assim.
- Interessante! Quem disse?
- Há estudos de teólogos importantes…
Isso se chama de ‘domesticação de Javé’. Javé domesticado pelos teólogos. Os fariseus fizeram assim, os ortodoxos fazem assim, os liberais também; todo mundo domestica Deus um pouquinho; colocam a Deus numa coleira e quase o chamam de totó! Isso é muito sério! Apelidam Deus de todo tipo, limitam-no, restringem-no; somente ao seu assovio espiritual, ele obedece. É um deus domesticado. E isso é igual a Baal, é igual a Júpiter e a qualquer outra divindade que o homem manipula. O Deus das Escrituras é soberano e é livre. É livre! E uma das implicações dessa liberdade de Deus é que ele continua sendo um Deus que intervém; um Deus que age.”

Fonte Rev. Baggio

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O personagem careta do filme

A humanidade



Cheguei a conclusão que a humanidade é ignorante, pelos governos que escolhem, pelas coisas que se submetem, por seus atos mais simples do cotidiano, por suas opções desvairadas.
Este é o Adão caído, é a futilidade, a preguiça da reflexão que produziu uma humanidade massificadamente abissal.
O atalho, a busca para facilitar, embruteceu o homem, o acomodou na poltrona da pobreza, suja, da miséria do espírito, cheirando a sexo, suor e intrigas; enquanto que o que pensa, lança sua ponte sobre a banalidade, corre atrás do que não é palpável e faz disso, faz da alma, do sentir, sua razão de vida, para as sub-espécies humanas levarem ao poder com sua falta de capacidade, porém extensa quantidade populacional, o podre que nasceu no homem e conduz o mundo para esta decadência que dará fim a tudo muito em breve.
Pelo simples não amar, pelo simples não pensar, opções que estão no ser, mas ele opta por descartar.

Diego Marcell
10-09-10

sábado, 11 de setembro de 2010

Dilma 1,99 Rousseff




“Depois de falir como comerciante, Dilma Rousseff voltou correndo para o aparelho estatal. A loja de produtos panamenhos e chineses foi expurgada de sua biografia oficial. O fracasso revela a verdadeira natureza de Dilma Rousseff: ela só existe como acessório do PT”

Dilma Rousseff teve uma loja de produtos importados. O empreendimento durou menos de um ano e meio. Se Dilma Rousseff mostrar como presidente da República o mesmo talento que mostrou como empresária, o Brasil já pode ir fechando as portas.

Dilma Rousseff era uma apaniguada do PDT. Quando saiu do PDT, ela virou uma apaniguada do PT. Desde seu primeiro trabalho, trinta anos atrás, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff sempre foi assalariada do setor estatal. E no setor estatal ela sempre foi apadrinhada por alguém. O PT loteou o estado. Nesse ponto, Dilma Rousseff é a mais petista dos petistas. Porque durante sua carreira todos os cargos que ela ocupou foram indicados por alguma autoridade partidária. Dilma Rousseff é o Agaciel Maia dos Pampas. Ambos pertencem à mesma categoria profissional. Tiveram até cargos análogos. Agaciel Maia, apaniguado de José Sarney, foi nomeado diretor-geral do Senado.

Dilma Rousseff, apaniguada de Carlos Araújo, foi nomeada diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Além de ser um dos mandatários da esquerda gaúcha, Carlos Araújo era também o marido de Dilma Rousseff, garantindo esse gostinho pitoresco de Velha República cartorial e nepotista.

A loja de produtos importados de Dilma Rousseff foi inaugurada em 1995. Fechou quinze meses depois. Foi o primeiro e último trabalho que ela teve fora do sistema de loteamento partidário. Deu errado. Carlos Araújo, seu financiador, acabou perdendo dinheiro. O dono de uma tabacaria localizada perto da loja de Dilma Rousseff contou o seguinte à Folha de S.Paulo: “A gente esperava uma loja com artigos diferenciados, mas quando ela abriu era tipo R$ 1,99”. A especialidade de Dilma Rousseff eram os brinquedos chineses importados da Zona Franca de Colón, no Panamá. Em particular, os bonecos dos “Cavaleiros do Zodíaco”, escolhidos pessoalmente por ela. O Brasil de Dilma Rousseff será assim: um entreposto de muambeiros panamenhos inteiramente tomado pela pirataria chinesa. É o Brasil a R$ 1,99. Dilma Rousseff, com seu mestrado galáctico, será nossa Saori Kido, a Deusa da Sabedoria dos “Cavaleiros do Zodíaco”. José Dirceu, com sua armadura vermelha, será nosso Dócrates mensaleiro.

Depois de falir como comerciante, Dilma Rousseff voltou correndo para o aparelho estatal, onde ninguém perde dinheiro e o único cliente é o partido. A loja de produtos panamenhos e chineses foi convenientemente expurgada de sua biografia oficial. O fracasso do empreendimento, porém, revela a verdadeira natureza de Dilma Rousseff: ela só existe como um acessório do PT, exatamente como os sabotadores da Receita Federal que violaram o imposto de renda da filha de José Serra e fraudaram seus documentos. O Brasil está à venda por R$ 1,99. Ou fechamos as portas de Dilma Rousseff, ou ela fechará as nossas portas.

Por Diogo Mainardi

fonte Dioguinho...

Clips




Biroujay - fotos das filmagens

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