
quarta-feira, 4 de maio de 2011
O evangelho no homem

segunda-feira, 2 de maio de 2011
Metáfora

Diego Marcell 07-03-10
domingo, 17 de abril de 2011
Sou adolescente e busco uma igreja, o que fazer?

texto encomendado e postado originalmente pelo blog Geração Renovada
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Templos #3
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Igrejas Bizarras #9
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Igrejas Bizarras #8
Numa das principais avenidas de Rio Negro PR
primeiramente vemos a igreja internacional do missionário RR Soares...
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Igrejas Bizarras #7
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Templos #2
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Igrejas Bizarras #5
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O culto chato

prefácio
Esse texto parte de uma visão generalista, se na sua comunidade o culto, reunião, celebração ou como quer que você chame, não acontece desse jeito, deixe um comentário, que isso enriquece muito a conversa.
novos formatos
Esse final de semana você provavelmente vai ou foi num culto, reunião, celebração ou como quer que você chame na sua comunidade. Esse culto (vou chamar de culto, porque é assim que chamam na minha comunidade) deve ter um formato específico que se repete a cada semana.
A ordem dos acontecimentos deve ser essa:
o saudação
o louvor
o pregação
o benção
Talvez tenha santa ceia, batizado, avisos e outras coisas que são particulares a cada comunidadade ou denominação.
Não sei se falei no meu polêmico post introdutório que mudei para são bento do sul faz uns três meses. Antes morava em Curitiba e lá já estava habituado na comunidade que ia. agora que mudei, tenho dificuldade de ir pra igreja e isso por dois motivos — primeiro não conheço ninguém, segundo, o culto é chato. E é sobre o culto chato que quero falar.
o culto chato
Em Curitiba descobri que não ia no culto para ter comunhão com Deus, isso eu podia ter em qualquer outra comunidade. Eu participava daquela comunidade porque lá estavam (e ainda estão) os meus amigos, lá estavam pessoas com quem eu gostava de passar tempo junto e o culto era uma desculpa para isso acontecer (obviamente a palavra e o louvor me agradavam, mas isso eu conseguia em outros lugares também).
Eu, Gustavo Nering, acredito que o formato atual de culto está completamente ultrapassado. Não é que culto aqui em São Bento do Sul é chato, esse formato de culto é que é chato. O formato de culto atual não ajuda as pessoas em alguns dos principais problemas da nossa sociedade, o individualismo e a solidão. E consequentemente a maioria das comunidades deixam para depois do culto aquilo que podia ser contemplado dentro do culto.
Só quero deixar claro que acredito no poder do culto, não acho ele irrelevante, e não acho que isso é desculpa para deixar de convidar as pessoas a visitar nossa comunidade. Acredito no crescimento espiritual através do louvor e da pregação da palavra, só acho falta uma coisinha que é o ponto central desse texto.
a divisão
Em grande parte das denominações a igreja é disposta em bancos ou cadeiras viradas para o púlpito, altar ou palco onde ficam o grupo de louvor, o pregador e todo mundo que fala durante o culto.
As cadeiras ou bancos viradas para um mesmo ponto diminuem o contato humano e direcionam o olhar. Essa disposição tem a função de deixar as pessoas quietas para ouvir o pregador.
A comunhão, algo básico, essencial e elementar do cristianismo, fica para depois do culto, quando — os que tem a autorização — já falaram lá na frente. Quem vem pela primeira vez no culto só tem comunhão com alguém se for abordado ou se abordar alguém.
a conversa
Porque, ao invés de bancos que apontam para a frente, uma roda? Assim que eu imagino Jesus falando para as pessoas, alguns em pé, outros sentados, talvez um negócio parecido com o Altas Horas, tendo espaço para interação, perguntas, indagaçõe, etc.
Ou porque não tornar a comunhão como parte do culto? Um momento em que as pessoas se juntam em grupos e conversam sobre aquilo que foi falado no culto, e que, muito provavelmente, continua logo após o culto.
E esse é o ponto central do meu texto. Nosso formato de culto é muito semelhante à uma sala de aula, um formato vertical em que um fala e os outros ouvem.
Porém, com a internet, nós estamos num momento de estrutura social horizontal, num momento colaborativo onde todos podem contribuir.
Também, por causa da internet, muitas pessoas tem dificuldades sérias de se relacionar com pessoas de verdade, de ir ao encontro de outros, de puxar assunto e muitas vezes ir à igreja afirma a solidão.
A conversa deveria fazer parte do culto, e o culto deveria contemplar a comunhão como parte dele. É na conversa que nós conhecemos os outros e é na conversa que ensinamos e aprendemos.
A conversa é uma ferramenta fantástica, e ela é uma peça estratégica e fundamental na evangelização ao próximo. Nós temos que sair da nossa igreja para pregar, mas podemos também utilizar o espaço do culto para além dos nossos muros, mesmo estando dentro deles.
concluindo
Eu sei que novos formatos geram uma quantidade de problemas operacionais, que o espaço físico nem sempre ajuda e que muitas comunidades são muito conservadoras em relação ao seu culto, porém algo precisa ser feito para que nossas igrejas encham e se acalorem, ao invés de ficarem cada vez mais vazias e mais frias.
O número de pessoas sem religião aumenta a cada dia, e se não estivermos dispostos a conversar dentro da nossa igreja, fora será muito mais difícil. As pessoas clamam por um relacionamento em que haja confiança e fidelidade, e muitas vezes isso não acontece dentro da igreja. A Igreja precisa pensar em ferramentas para estimular relacionamentos reais e criar espaços de comunhão dentro do culto podem ser peça chave para o começo de qualquer relacionamento.
Fonte Crentassos
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Jesus não era evangélico

MANOEL SILVA FILHO
Fico a conjecturar, se houvesse um retrocesso na história e Jesus voltasse novamente, não entre nuvens do céu na parousia em poder e glória, mas, novamente como o singelo profeta da Galiléia, e visitasse as zilhões de igrejas espalhadas pelo planeta que se intitulam cristãs, se Ele seria simpatizante de algumas das denominações instituídas do nosso tempo. Com certeza os “conheço as tuas obras” e os “tenho, porém, contra ti” sobre esses agrupamentos ditos evangélicos, atingiriam dimensões colossais.
Ora, Jesus, uma vez entre nós outra vez, certamente usaria da mesma sabedoria que usou quando andava pela Terra, nas ruas da Palestina, não aderindo a nenhum dos postulados dessas denominações, das propostas das grandes corporações da fé e dos super conglomerados da religião, das igrejas-empresa que superestimam números, estatísticas e resultados de crescimento numérico, não se encaixando em nenhuma bitola teológica sistemática ou dogmática, não se deixando caber em nenhuma fôrma doutrinária.
Essa recusa de ser domesticado pelos chicotes dos domadores do circo da religião atual é a mesma reação com que Ele se negou intermitentemente em tomar partido por qualquer das facções religiosas, políticas e humanitárias de Sua época: Os fariseus, com sua sobrecarga de regras e manias de assepsia exagerada, se vendo como santos de pau oco; os saduceus, sacerdotes profissionais do templo, incrédulos mundanizados que não criam na vida sobrenatural e futura; os essênios, escapistas, fugindo do mundo e se refugiando em mosteiros no deserto, achando que eram os exclusivos filhos da luz, que todas as pessoas do mundo estavam nas trevas, e iam torrar no fogo do inferno; os pragmáticos zelotes, xiitas radicais que esperavam derrubar o Império Romano se utilizando da violência das armas; os herodianos, entreguistas, colaboracionistas, puxa-sacos da família de Herodes, rei fantoche marionetado pelo governo romano.
Com certeza Jesus, se voltasse ao nosso tempo e adentrasse pelas naves das igrejas evangélicas da atualidade, não se deixaria seduzir pela pompa de seus cultos, pelo aparato ofuscante da maioria de suas liturgias, com Cristo exposto no nome, nos hinos e nas pregações, mas sem Cristo na devoção do coração, e não se alumbraria com suas proposições arrogantes, suas insolências fundamentalistas, seus testemunhos mirabolantes, suas pseudo-curas dissimuladas, por seus eternos cabos de guerra doutrinários puxados pelos defensores ferrenhos do calvinismo e do arminianismo, suas ênfases maniqueístas dicotômicas e esquizofrênicas, sua doutrina triunfalista com promessas de céu na terra, seus argumentos furados de prosperidade a qualquer preço, cujo slongan ortoprático é: “Os fins não justificam os meios. Tudo por mim mesmo e pela causa da minha conta bancária”.
E mais, Jesus detectaria de cara, traços inconfundíveis dos partidos religiosos de seu tempo camuflados na igreja da atualidade como os novos fariseus, com suas igrejas repletas de líderes de mente reduzida e exclusivista, com suas reações preconceituosas contra quem é e pensa diferente; os novos saduceus hedonistas que querem sentir prazer sensual em seus cultos preparados para entreter e acariciar seus egos mimados; os novos zelotes, que condenam e violentamente matam sumariamente os que não pensam como eles; os novos herodianos que vivenciam um cristianismo camaleônico, mimético e diluído entre o amor obsessivo ao dinheiro e o compromisso com as causas reais do Reino de Deus.
Jesus se voltasse hoje, teria que chamar novamente novos seguidores retirados das ruas, homens simples, alijados pela igreja e pela sociedade, e agregaria gente sincera e inconformada de dentro das igrejas instituídas e fundaria uma nova igreja, à semelhança do que aconteceu a dois mil e poucos anos atrás.
Essa igreja, a nova comunidade que encarna Cristo, a nova sociedade alternativa composta de discípulos que desacreditam no cristianismo falido dos nossos tempos com toda a sua sobrecarga de patologia e esquizofrenia aguda, mas que, apesar dos pesares, ainda amam e insistem em seguir a Jesus.
MANOEL SILVA FILHO, CONSPIRADOR DO REINO, LÍDER DA COMUNIDADE ABRIGO R15 NO GENIZAH
Leia Mais em: Genizah
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Templos #2
do meu amigo "irmão Machado"
ele vivia me convidando para visitar sua igreja, mas eu nunca consigui associar o local correto dela, até que por acaso nesse dia que eu e a Raquel saímos para fotografar algumas igrejas, eis que demos de cara com esta obra arquitetonica incompleta que mais me lembra uma igreja católica carismática...
domingo, 5 de dezembro de 2010
Igrejas Bizarras #4
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Igrejas Bizarras #3
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Templos #1
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Igrejas Bizarras #2
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Igrejas Bizarras #1
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Sobre diversidade
“Minha gente, nós não estamos fazendo propostas radicais, dizendo que toda instituição é maligna, não. Não cremos assim; cremos que ela pode vir a se tornar uma coisa maligna. Também não somos desses como o grupo chamado da ‘Igreja Local’, ou ‘Do Discipulado’, que prega contra o nome denominacional. Para mim é uma irrelevância; não importa o apelido que esteja em cima da testa da sua comunidade. O que importa é a sua capacidade de transitar na sua comunhão com os irmãos; de conviver com eles e aceitá-los.
Eu entendo que há marcas muito fortes do Reino no presbiterianismo, mas não há todas. Nenhum de nós tem todas. Todos nós juntos não temos todas. Por isso, o mínimo que pode acontecer é aprendermos uns com os outros.”
(Caio Fábio em Novos Ministros para uma Nova Realidade, 1987)
Fonte Sandro Baggio
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
A IGREJA E A IGREJA

Religiosidade é puxa-saquismo espiritual, tentar agradar a Deus com obras e condições humanas; roupas, estereótipos, amuletos e coisas exteriores; mas Deus esquadrinha o coração humano, Ele quer pessoas sinceras e não bajuladores.
Você não pode agradar a Deus com sua doutrina, mas Deus pode te dar um coração de carne, se você for sincero. Seja você mesmo, Jesus veio para nos libertar, enquanto a religião foi criada para aprisionar e cegar o homem.
A igreja de Deus é feita de homens de coração quebrantado, de alma sincera e espírito livre; a igreja de Deus não é de tijolos, não tem nome e não foi criada por homens; a igreja de Deus é perceptível no mundo espiritual e não é vista de maneira pejorativa como alguns homens apresentam e desejam que ela seja. A igreja de Deus é movida a fogo, mas o fogo que existe para favorecer a outros, e não um fogo barulhento e de pouco proveito como alguns templos evangélicos apresentam por aí.
A igreja de Deus tem a sabedoria do céu, a riqueza do céu e a grandeza humana do céu; ser humano é divino, pois foi para nós que tudo foi criado, e além de nós sermos a obra-prima de tudo que foi criado, o próprio Deus se fez humano para se colocar em nosso lugar, nos capacitando a aceitação espiritual do plano perfeito do Criador. E Esse Criador, que eu não preciso fazer qualquer apresentação, pois tudo que está dentro da nossa capacidade já foi dito e ainda assim não foi suficiente para defini-Lo, Esse Criador através de um Amor que é Ele próprio, e seu plano perfeito de salvação de que falei anteriormente, foi por este plano que Ele nos deu uma filiação não merecida, mas desejada, fazendo-nos então, detentores de algo maior que toda criação, que é a vida eterna, através de Jesus Cristo, a Personalidade que possui em Seu Nome o poder de mandar e desmandar em qualquer lugar desse infinito cosmo.
Então a conclusão lógica que chegamos: somos mais do que servos, somos amigos dEle, Jesus, cujo nome é o nome mais forte e poderoso em todo e qualquer lugar que existe ou que venha a existir; e nós somos a Igreja, também pode-se traduzir que somos o templo que habita o Espírito Santo, então devemos saber que depois do nosso novo nascimento, passamos a possuir a essência divina que nos capacita a sermos os representantes do céu aqui na terra, mas não para sermos como extra-terrestres de filme de ficção em meio ao povo, mas pelo fato de sermos humanos como eles, nos apresentamos da mesma forma e vivemos a mesma coisa, porem, no mundo espiritual é que temos vestes celestiais e um selo que nos distingui; e isso não tem nada de religião, isso é dádiva; não há imposição, não há barganha e não há sacrifício; mas há graça, liberdade e paz.
COMPLEMENTAÇÃO
Vocês podem estar pensando que estou defendendo um tipo de igreja que tem por aí, que se designa a única correta por não possuírem nome e por aparentemente parecerem com a igreja primitiva. Porem, ao se designarem a forma correta de igreja, elas já segregam o evangelho a elas mesmas. Ao se fecharem em um grupo, já se definem como uma igreja especifica, da mesma forma das que possuem placa, elas não deixam de ser uma denominação só porque se intitulam não-denominação, uma maneira um tanto hipócrita de instituir em nome de Deus uma igreja regida por homens, pois ao seguirem alguns homens e livros específicos, já definem suas próprias doutrinas, e ao negarem toda forma que o evangelho está sendo pregado pelo mundo, já estão julgando pessoas que são realmente usadas por Deus. “Quem comigo não ajunta, espalha” é o melhor exemplo de que a Palavra não tem restrição; e a Bíblia nos da exemplos variados e não idênticos, como estes que estas igrejas querem mostrar.
Como podemos negar as formas tão diferentes e até absurdas que Deus vem usando nestes últimos tempos para alcançar pessoas de todas as tribos, línguas, raças e nações; negar este evangelho pregado de maneira “louca” para loucos, é negar a criatividade e o poder do Espírito Santo que não faz acepção de pessoas, mas ama os de coração puro. Eu vejo a honestidade destes que se apresentam de maneira estranha, de maneira que gera exclusão aos olhos dos homens, mas também vejo a mesquinhez e o orgulho nos corações destes que se apresentam engravatados e detentores da verdade, que usam a Palavra para acusar, para proibir e para esculachar e zombar dos outros, ao invés de aceitar pelo amor de Cristo que por Ele mesmo não julga pelo que nossos olhos avistam.
Dizer que a mulher não pode ensinar, que desta forma ou daquela não pode, que não pode ter pastor, que o Espírito Santo não age desta forma (como se alguém pudesse dizer como o Espírito Santo age) e inúmeras “doutrinas” ensinadas por esta igreja que se considera a não-igreja e ao mesmo tempo a Igreja-Certa. Quem são eles para limitar Deus? E porque de uma hora para outra se levanta num lugar a visão do evangelho verdadeiro? Então Deus dá uma visão de algo tão grande a meia dúzia de filhos?
É para acabar com este papo infantil espiritualmente que invariavelmente nos vem ao encontro constantemente; já que não é igreja que fala comigo, nem homens, mas sim Deus através da sua maior revelação. São os frutos e a forma e a suavidade ou a arrogância dos meios que me provam quando é Deus agindo ou apenas homens que usam Seu nome, e quem da essa e outras diretrizes para descobrir a verdade é a Palavra, ou seja, a própria Verdade.
Repito, a Igreja de Deus não tem nome, nem placa, porque ela é feita de pessoas; é impossível agora querermos transpor isso ao material e querermos destruir os templos e voltar a igreja primitiva; os tempos são outros e se existem igrejas com placas é porque há diferenças de ministérios, e gostos, e vontades, e garanto que na igreja primitiva era igual, por causa da cultura dos lugares e das pessoas que influenciavam na forma de levar ou de ser o ministério, só ainda não havia nome, porque tudo era muito novo, ainda estava sendo formado o cristianismo; nós somos individuais e cada igreja é compatível com um tipo de pessoa, porem o Espírito é o mesmo; o maior erro é sair dizendo que um é melhor ou mais correto que o outro, se está dentro do projeto de Deus esta é a igreja de Deus; mas a Igreja, esta sim é uma e não existe placa, é a Noiva de Cristo, mas esta é compatível no Espírito de Amor e não no corpo perecível, Deus não fez robozinhos, Deus nos fez especialmente únicos.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
A livre manifestação divina

Vemos como Deus se manifesta com plena disposição a todos que com verdade clamam por um renovo, por justiça, ou por amor. Através do gesto humano para o bem, glorificando a Deus o Espírito se faz presente movendo com poder e transformando situações.
Dês daquele dia de Pentecostes, a historia mostra a ação do Espírito de Cristo dentro do clamor daqueles que creram e crêem independente de clérigo ou autoridade humana. Agiu na igreja primitiva, depois com a institucionalização da igreja católica romana, nas divisões pré-medievais, e em grupos cristãos distantes e independentes o Espírito estava agindo, assim como nos reformadores, sempre segundo a ênfase direcionada pela época e situação o Espírito Santo esteve agindo, quando foi buscado baseado pelos relatos dos primórdios da igreja retratado em Atos, o Espírito agiu mais intensamente como aconteceu nas comunidades pentecostais e carismáticas, e ainda hoje, com os ares pouco cristãos das igrejas neo-pentecostais Ele ainda age trazendo conversão a corações sinceros que clamam por Cristo mesmo dentro destes lugares. O que deixa claro que jamais foi a instituição (que foi chamada de igreja) que interferiu ou que foi motivo da manifestação do Espírito, mas a predisposição daqueles que optaram por Ele, a simples atuação da chamada cristandade e não a instituição A, B, C..., onde quer que em seu nome os homens e mulheres estejam, ali Ele está, inclusive quando acontece dentro de instituições religiosas como no catolicismo romano, nas comunidades reformadas, pentecostais, ou outras.
Analisemos o erro: o erro está no pensamento de que se o Espírito está correspondendo ao chamado da comunidade atuante, seja ela então privilegiada ou superior a outras, o que acaba enquadrando a ação e até a salvação concedida por Jesus dentro de limites institucionais. Outro erro é a sistematização de formas e veículos para a ação do vento que sopra (o Espírito Santo). Também pode ocorrer da eleição ou auto-eleição de interpretes ou representantes do céu devido a algum nível de manifestação; entre outros aspectos inclusos nas limitações de quem é Criativo e não se limita a pensamentos humanos. Tudo isso gera idolatria direta ou indireta de artefatos que agora se tornam “sagrados” pelos homens. Tudo causado pela tentativa de uma religião perfeita fundada pelo esforço humano, onde a má compreensão e a ignorância do ser filosófico cristão não estão centrados na consciência daquele que pratica a Religião que deve ser perfeita, mas acaba acrescentando a ela adereços humanos, por isto imperfeitos, que acabam atrapalhando o puro relacionamento entre Deus e o homem.
A conclusão é que Deus sempre agirá em seres imperfeitos, e mesmo que estes estejam sob a jurisdição de uma instituição tão imperfeita quanto eles, mas saibam que Deus age não por estas autoridades, mas pela razão do sentimento que clama nos homens e mulheres por amor, verdade e justiça, em nome de um Ser Superior que eles crêem pela revelação de Jesus Cristo seu filho, que realizou salvação pela justiça em nome do amor e agora deixou seu Espírito habitando nos nossos sem limites territoriais, raciais ou culturais; basta clamar por Ele e Ele se manifestará.
Diego Marcell – 02/08/10